Terapia Magn??tica e Eletromagn??tica

xxxxxxxxxxxxxxxxxx
By David W. Ramey, DVM

Uma das terapias mais populares para o tratamento de uma variedade de condi????es em humanos e medicina veterin??ria ?? a aplica????o de campo magn??tico. Foram estudados os efeitos biol??gicos de campos magn??ticos de baixo n??vel desde 1500s. Por??m, a pergunta crucial ?? se estes efeitos t??m qualquer significado fisiol??gico. Foram feitas muitas reivindica????es para a efetividade terap??utica de campos magn??ticos, mas h?? alguma boa raz??o para acreditar nelas?

Hist??ria

A id??ia de que terapia magn??tica poderia ser usada para tratar doen??as come??ou em princ??pios do s??culo XVI com o m??dico su????o, fil??sofo e alquimista Paracelsus que usou im??s para tratar epilepsia, diarr??ia, e hemorragia.1 A terapia magn??tica se tornou mais populars na metade do s??culo XVIII quando Franz Mesmer, um austr??aco medico que tamb??m ajudou a iniciar os campos de hipnotismo e psican??lise, abriu um sal??o de cura magn??tica em Paris. O prop??sito do sal??o era tratar os efeitos desfavor??veis do magnetismo ” animal inato ” do corpo. Apesar de condena????o progressiva pela comunidade cient??fic, a terapia magn??tica se tornou uma forma popular de tratamento pela comunidade secular.
Durante alguns s??culos, a terapia magn??tica se desenvolveu em uma forma de charlatanismo. Em 1799, Elisha Perkins, m??dico de Connecticut (e algum dia comerciante de mula), defendeu o uso de ” tratores met??licos??? para o tratamento de v??rias doen??as de humanos e cavalos.2 O usu??rio dos tratores (metal pequeno de cunha magn??tica) varria os tratores em cima da ??rea ferida durante alguns minutos e tirava o fluido el??trico nocivo que promovia o sofrimento. Observadores perceberam benef??cios imediatos. Eles informaram seus testemunhos e Perkins se tornou muito rico.. Tratores magn??ticos n??o salvaram Dr. Perkins ‘ morto devido a febre amarela em 1799.

No final de 1800, o cat??logo anunciava inser????es de botas magn??ticas. Bon??s magn??ticos e roupas (com mais de 700 im??s) vinha dispon??vel pelo correio de Thatcher??s Chicago Companhia Magn??tica. 3 Dr. Thatcher afirmava que aquele ” magnetismo corretamente aplicado curar?? toda doen??a n??o importava a causa “.
A volta do s??culo 20, Dr. Albert Abrams, nomeou o Decano de ???charlat??es do s??culo 20 ” pela Associa????o M??dica americana, postulou que cada sistema organico e paciente estavam ???afinados??? a um comprimento de onda eletromagn??tica caracter??stica. At?? que na Segunda Guerra Mundial, efeitos fisiol??gicos de campos eletromagn??ticos n??o receberam muita aten????o em di??rios m??dicos.
A hist??ria de charlatanismo no uso de im??s obscureceu investiga????es cient??ficas executadas nos efeitos m??dicos de campos magn??ticos e eletromagn??ticos. Do ponto de vista da biof??sica, h?? uma distin????o entre as duas terapias; magn??tica e eletromagn??tica. N??o s??o as mesmas..

Eletricidade e Magnetismo

Eletromagnetismo foi descoberto primeiro no s??culo XVIII pelo f??sico ingl??s Michael Faraday que determinou que um campo magn??tico pudesse ser gerado percorrendo uma corrente el??trica por um rolo de arame. Reciprocamente, um campo magn??tico vari??vel pode gerar uma voltagem el??trica; o campo magn??tico tem que mudar para ter qualquer efeito el??trico (conseq??entemente, o termo terapia de campo eletromagn??tico pulsante, que gera n??veis altos e baixos de um campo magn??tico.)
Os efeitos biol??gicos de campos eletromagn??ticos pulsantes s??o hipoteticamente para ser el??tricos em lugar de for??as magn??ticas. Magnetismo gera uma voltagem em tecido de acordo com a equa????o:
V = n x a x dB/dt
V = Voltagem
n = n??mero de voltas no rolo eletromagn??tico
a = ??rea do circuito el??trico
dB/dt = taxa de mudan??a de campo magn??tico com respeito a tempo, com B, que representa a for??a do campo magn??tico (em Teslas). Por exemplo, se B vai de zero a 1 Tesla em 1 milissegundo, ent??o dB/dt = 1000 Teslas/sec.

Baseado nesta equa????o, um campo magn??tico est??tico n??o pode gerar uma voltagem el??trica, como o componente de dB/dt da equa????o, ?? zero, assim ?? a voltagem induzida pelo campo. Ent??o, qualquer efeito de um campo magn??tico est??tico em tecido n??o pode ser el??trico na natureza.

Terapia de Campo Eletromagn??tico pulsante

A s??ntese de matriz extracelular e conserto est??o sujeitos a regulamento ambos por agentes qu??micos (como cytokines, fatores de crescimento) e agentes f??sicos, principalmente est??mulos mec??nicos e el??tricos. A natureza exata de tais sinais eletromecanicos n??o ?? conhecida, por??m. Em osso, sinais mec??nicos e el??tricos podem regular a s??ntese de matriz extracelular estimulando apropriadamente a membrana celular.6,7 Em tecido suave campos el??tricos de corrente alternarda induzem ?? redistribui????o de prote??nas da membrana celular integrantes que, hipoteticamente, poderiam iniciar uma cascata transdutora e causar uma reorganiza????o das estruturas de cytoskeletal. Por??m a hip??stese de que sinais eletr??cos podem ser respons??veis pela informa????o transferida ou pela c??lula n??o foi provada.
H?? ampla evid??ncia que a atividade el??trica existe a toda hora no corpo. Por exemplo, podem ser medidas correntes el??tricas nas batidas do cora????o e tamb??m podem ser geradas na produ????o de osso. Densidades de correntes eletr??cas end??genas produziram pela carga mec??nica de osso sob condi????es fisiol??gicas aproximadamente de 1 Hz e 0.1 – 1.0 microA/cm2 .9 Assim, teorizou-se que a aplica????o de uma corrente el??trica apropriada, diretamente por fio el??trico ou indiretamente por indu????o de um campo magn??tico, pode afetar tecidos de v??rios modos. A palavra apropriada na ora????o precedente ?? importante desde que c??lulas e tecidos respondam a uma variedade de configura????es not??veis el??tricas de modos que sugestionam um grau espec??fico para ambos: o tecido afetado e o pr??prio sinal.
A maior aplica????o amplamente estudada de terapia de campo eletromagn??tico em medicina humana ?? a terapia de fratura. Embora os mecanismos permane??am indeterminados, v??rios estudos informam que campos el??tricos geraram atrav??s de terapia de campo eletromagn??tico pulsante, est??mulos de processos biol??gicos pertinente a osteogenese 10,11,12 e incorpora????o de enxerto de osso. 13, Esta forma de terapia ?? aprovada para o tratamento longo e independente de fraturas em humanos nos Estados Unidos atrav??s de comida e medicamentos.
A efetividade do tratamento ?? apoiada por pelo menos duas duplas de estudos.15,16 Terapia de campo eletromagn??tico pulsante, por??m, demora na cura experimental induz ?? fraturas em coelhos.17
A terapia de campo eletromagn??tico pulsante tamb??m foi avaliada no tratamento de danos de tecido suaves, com os resultados de alguns estudos que prov??m a evid??ncia que esta forma de terapia pode ser de muito valor curando feridas cr??nicas (como escaras)18, em regenera????o neural,19,20 e em muitos outros tecidos suaves.21,22 Resultados de um recente estudo em tend??o de Aquiles experimental tendinite em ratos indicaram que havia uma diminui????o inicial no conte??do da ??gua em tend??es feridos tratados com terapia de campo eletromagn??tico pulsante, mas trataram grupos igualmente controlados por 14 days.23 The valor limitado desta forma de terapia no tratamento de danos de tend??o pode ser em parte devido ?? falta de atividade el??trica significante em tend??es, atividade que poderia ser alterada por um campo eletromagn??tico pulsante.
Em contraste, v??rios investigadores estiveram impossibilitados de mostrar qualquer efeito de campos eletromagn??ticos de baixo n??vel em cura de tecido. Um estudo por exemplo, n??o identificou qualquer efeito ben??fico de aplicar um campo magn??tico em uma fratura independente24 e concluiu-se que os per??odos longos de imobiliza????o e inatividade requeridos para a aplica????o da terapia de campo magn??tico eram da mesma maneira respons??veis pela cura de tecido.
Cr??ticas de estudos de campo eletromagn??ticos pulsantes incluem: alguns dos estudos s??o projetados pobremente; n??o foram administradas tentativas independentes para confirmar resultados positivos; e os campos el??tricos induzidos pelas m??quinas s??o de v??rias ordens de magnitude baixa, que ?? exigido para alterar naturalmente os campos el??tricos que existem atrav??s das membranas biol??gicas.25 Os proponentes da terapia reconhecem que muito trabalho precisa ser feito para aperfei??oar tais vari??veis como configura????o not??vel e dura????o de tratamento antes que a terapia de campo eletromagn??tico pulsante possa ser recomendada.26

Terapia de Campo Magn??tico est??tico

Dispositivos magn??ticos que radiam um imut??vel campo magn??tico est??o dispon??veis em uma variedade de configura????es como blocos, bandagem, e at?? mesmo colch??es magn??ticos. Estudos cient??ficos n??o ap??iam reivindica????es de efic??cia. Al??m disso, um mecanismo de a????o pela qual tais dispositivos poderiam mostrar estes restos de efeitos ?? enganoso. Porque campos magn??ticos est??ticos n??o mudam, n??o pode haver nenhum efeito el??trico. Hip??teses para um efeito de um campo est??tico influenciam os estados de taxa de giro eletr??nicos de rea????o qu??mica intermedi??ria 27,28 e influenciam mudan??as c??clicas no estado(s f??sico) da ??gua. 29
Notadamente, nenhum destes efeitos propostos foi demonstrado em sistemas biol??gicos sobre condi????o fisiol??gica

Apesar da aus??ncia de um demonstr??vel mecanismo de a????o, os proponentes de aplica????o da terapia de campo magn??tico est??tico em tecidos dolorosos geralmente atribuem os efeitos alegados deles a um aumento da circula????o de sangue local. Infelizmente, a evid??ncia cient??fica apoiada nesta hip??tese ?? t??nue.

O sangue, como todos os tecidos, cont??m ??ons eletricamente carregados. Um princ??pio de f??sica conhecido como os estados de Lei de Faraday, que um campo magn??tico mostrar?? uma for??a em uma corrente i??nica m??vel. Al??m disso, uma extens??o da lei de Faraday chamada os estados de efeito de Corredor se d?? quando um campo magn??tico ?? colocado perpendicular ?? dire????o de fluxo de uma corrente el??trica, tender?? a inclinar e separar os ??ons carregados. Enquanto o desvio de ??ons estar?? em dire????es opostas que dependem do polo magn??tico encontrado e a carga explosiva de ion. Esta for??a n??o est?? baseada na atra????o ou repuls??o da carga explosiva distinta.
O efeito de Corredor implica que quando um im?? ?? colocado sob a corrente sangu??nea na qual carga explosiva i??nicas (como Na+ e Cl -) exista, um pouco da for??a ser?? mostrada nos ??ons. Al??m disso, a separa????o de carga explosiva i??nicas produzir?? uma for??a de eletromotor que ?? uma voltagem entre pontos em um circuito. Teoricamente, isto produz uma quantia muito pequena de calor. Estes efeitos f??sicos que existem prov??em a base para uma teoria quase-cient??fica responder pelos efeitos pretendidos de terapia de campo magn??tica est??tica. Por exemplo:
Quando um campo magn??tico com uma s??rie alternada de p??lo Norte e Sul ?? colocado sobre um vaso de sangue, a influ??ncia do campo causar?? ??ons positivos e negativos (por exemplo, Na+ e Cl -) saltar de um lado para outro entre os lados do vaso, criando correntes de fluxo no sangue m??vel desiguais como um rio. A combina????o da for??a eletromotor, padr??o i??nico alterado, e as correntes causam adiamento dos vasos de sangue com um aumento correspondente em fluxo de sangue . 31
O problema em usar a lei de Faraday e o efeito Corredor para explicar os efeitos pretendidos de blocos magn??ticos est??ticos ?? que a magnitude daquela for??a aplicada pelo campo ?? infinitamente pequena. Dois fatos respondem pela falta de efeito. Primeiro, o campo magn??tico aplicado ao tecido ?? extremamente fraco. Segundo, o fluxo da corrente i??nica (i.e., o sangue) est?? extremamente lento, especialmente quando comparado ao fluxo da corrente el??trica. Por??m, ?? poss??vel calcular as for??as aplicadas a corrente sangu??nea por um campo magn??tico fraco t??o longa quanto a for??a do campo magn??tico aplicado a velocidade da corrente sanguinea, e o n??mero dos ??ons no sangue.
A For??a de campo magn??tico est?? medida em uma das duas unidades: 1 Tesla = 104 Gauss. A for??a de campo magn??tico de Norfield??s MAGNETIChockwrapTM (para cavalos) medida no Instituto da Calif??rnia de Tecnologia teve uma for??a de campo de 270 Gauss ao n??vel do bloco e 1 Gauss a uma dist??ncia de 1 cm do bloco. Passam pelos tecidos afetados pelos blocos falsos a pelo menos 1 cm longe deles; 1 Gauss ?? aproximadamente a for??a de campo magn??tica da terra.32 A informa????o de promo????o por blocos de Bioflex afirma um ” laborat??rio ” independente mediu a for??a de campo dos blocos a 350 Gauss e aquela ” for??a de campo ??tima ” pelos efeitos curativos pretendidos ?? Indiferentemente menos que 500 Gauss.33, estes s??o campos magn??ticos muito fracos.
Tesla = unidade de medida de indu????o magn??tica
Gauss = unidade de densidade do fluxo magn??tico
Considerando o campo magn??tico aplicado a 250 Gauss (0.025 Tesla) e a velocidade de fluxo de sangue v como 1 cm/sec (0.01 m/sec), o campo el??trico para o qual um ??on no sangue est?? exposto pode ser calculado como:
E = v x B = 2.5 x 10-4 Volts/metrosr/seg
Conseq??entemente, a mudan??a em potencial el??trico (um efeito de psuedo-corredor) por um 1 mm di??metro de vaso sanguineo pode ser calculado a um minusculo 2.5 x 10-7 Volts.

??ons de carga explosiva contr??ria mudar??o para dire????es opostas quando movidos por um campo magn??tico est??tico. A separa????o da carga conhecida como a velocidade de vento, tamb??m pode ser calculada. No caso de Na+ e Cl – ??ons na corrente saugu??nea sob a influ??ncia de 250 Gauss campo magn??tico, a separa????o aumentada do s??dio positivo e os ??ons de cloreto negativos ser??o aproximadamente 0.2 Angstroms por segundo, ou aproximadamente 1/10 o di??metro de um ??tomo. Isto pode ser comparado com a dist??ncia de vento fortuita em um segundo que ?? o resultado da agita????o t??rmica dada pelo calor do corpo do cavalo a cerca de 0.25 mm/sec. Declarado em outra moda, os ??ons viajar??o por agita????o t??rmica do que 250 Gauss campode vento magneto-el??trico por um fator de cerca de 10 milh??es. 34
Qualquer for??a magn??tica gerada por um campo est??tico afetando o movimento fluido em vasos de sangue teria que superar ambos o normal, fluxo turbulento press??o-dirigida de sangue propulsado pelo cora????o e o normal t??rmico-induzido pelo movimento de Brownian das part??culas suspensas no sangue. Dado as for??as f??sicas fortes que j?? existem em um vaso sangu??neo, qualquer for??a f??sica gerada por um campo magn??tico est??tico na corrente sangu??nea, particularmente aquelas t??o fracas quanto essas associadas com blocos magn??ticos terap??uticos, ?? extremamente improv??vel ter um efeito biol??gico.

Des??gnio de Bloco magn??tico

Pelo menos um fabricante de blocos magn??ticos (Magnaflex/BioflexTM) afirma que o efeito de separa????o de carga explosiva pode ser aumentada alternando os p??los magn??ticos norte e sul. S??o vistos polos magn??ticos alternando comumente em im??s de refrigerador. Alternando os polos magn??ticos, ?? criado um grau magn??tico que aumenta a habilidade dos im??s para aderir ao refrigerador. Paradoxalmente ?? diminui????o dos polos revezada a for??a de campo magn??tico do im?? porque os campos tendem a cancelar um ao outro. Assim, enquanto polos revezados mostrariam for??as opostas em ??ons que fluem pelo campo magn??tico, a diminui????o em for??a de campo magn??tico dimunuiria qualquer influ??ncia potencial do campo magn??tico nos ??ons designados. Nem parece haver algum consenso na ind??stria sobre o des??gnio ideal para os blocos. De fato, um fabricante concorrente afirma que, os principais cientistas concordam que aqueles im??s unipolar s??o superiores para bi-polar, ” 35 embora nem os cientistas nem a pesquisa s??o identificadas.

Estudos de Campo Magn??tico Est??tico e Fluxo de Sangue

V??rios estudos investigaram os efeitos de campos magn??ticos est??ticos em fluxo de sangue. Estudos comissionados pelos fabricantes de um tipo de bloco magn??tico mostraram que exposto a uma solu????o de alta concentra????o salina em um vidro tubo capilar aumentava o fluxo da solu????o. Este estudo foi citado freq??entemente por fabricantes de dispositivos magn??ticos est??ticos como evid??ncia que terapia de campo magn??tico pode afetar a circula????o de sangue potencialmente. Embora o mecanismo para o aumento em fluxo salino n??o ?? aparente, n??o poderia ter sido relacionado certamente a qualquer efeito demorado nas paredes do vidro tubo capilar. O investigador que executou o estudo concluiu que os resultados das experi??ncias usando uma alta concentra????o de salina em um tubo de vidro n??o deveriam ser extrapolados paraa efeitos que seriam esperados com corrente sanguinea. 36
Um segundo estudo avaliou os efeitos dos blocos nos membros distal de cavalos que usam cintilografia nuclear, uma t??cnica que ?? ??til identificando ??reas de adiamento de vasos de sangue e inflama????o. Aquele estudo concluiu que, ” a cintilografia foi executada no tecido vascular, suave, e fase de osso que usa uma cruz em cima de tentativa demonstrar fluxo de sangue aumentado e atividade metab??lica como resultado da aplica????o local de um bloco magn??tico permanente no metacarpus do equino. Um aumento altamente significante era evidente nas tr??s fases “. 37 Os resultados deste estudo foram repetidamente usados e sugeriam que blocos magn??ticos promovem a cirtula????o do sangue nas areas abaixo deles.
Este estudo que ?? aparentemente o ??nico para declarar que um campo magn??tico est??tico afeta circula????o de sangue, est?? aberto a cr??tica. O modelo experimental do qual comparou os resultados da varredura em um membro ???tratado “. o membro n??o-tratado ?? inerentemente inexato, como n??o podem ser usados um membro anterior como um controle para o outro em estudos de cintilografia (cada membro deveria ser usado como seu pr??prio controle). Al??m disso, o des??gnio do estudo foi falho, como uma bandagem e bloco magn??tico foi aplicado a um membro enquanto uma bandagem s?? foi aplicada para o outro. Um controle mais apropriado teria sido uma bandagem e um bloco desmagnetizado. O is??topo radioativo escolhido para o estudo n??o era apropriado para determinar a circula????o de sangue com precis??o. Finalmente, o estudo mediu a contagem absoluta pela cintilografia, quando o uso de rela????es de perfus??o relativas teria sido mais apropriada. 38
Numerosos estudos n??o t??m mostrado qualquer efeito de campos magn??ticos em circula????o de sangue. Por exemplo, nenhum efeito de im??s dentais na circula????o de sangue na bochecha poderia ser demonstrado.39 avalia????o de cintilogr??fico de fluxo de sangue em ratos expostos a duas for??as de for??a de campo eletromagn??tico pulsando n??o demonstrou qualquer efeito circulat??rio.40 Um estudo nos efeitos circulat??rios de uma chapa magn??tica estava impossibilitnado de mostrar qualquer efeito na pele humana pelos bra??os 41 e aplica????o de uma chapa magn??tica para feridas curativas em ratos n??o mostrou nenhum efeito significante.42 Um estudo em cavalos mostrou aquela aplica????o de um bloco magn??tico em cima da regi??o de tend??o durante 24 horas n??o mostrou evid??ncia de aumento de temperatura em vs de membros tratados. placebo controlando membros, usando medidas de thermografia como uma taxa indireta de circula????o de sangue para a ??rea.
Como um assunto mais pr??tico, se um im?? causasse aumentos locais em circula????o, a pessoa esperaria a ??rea debaixo do im?? sentir-se morno ou ficar vermelho como resultado. Tal efeito n??o ?? informado quando s??o segurados im??s na m??o. Al??m disso, pessoa esperaria qualquer efeito circulat??rio produzido por campos magn??ticos muito fracos ser aumentado em campos magn??ticos mais fortes. Por??m, nenhum efeito circulat??rio foi informado em m??quinas de imagem de resson??ncia magn??tica, nas quais a for??a magn??tica gerada s??o duas a quatro ordens de maior magnitude que essas produzidas atrav??s de blocos magn??ticos terap??uticos. Em estudos de humanos expostos a campos magn??ticos at?? 1 Tesla (10,000 Gauss) n??o havia evid??ncia de altera????es em fluxo de sangue local ?? pele do dedo polegar ou aos antebra??os.44 At?? mesmo uma 10 Tesla de campo magn??tico ?? predito para mudar a press??o vascular em um modelo de vasculatura humana por menos que 0.2%, e resultados experimentais dos efeitos de campos magn??ticos fortes em solu????es salinas se concentradas s??o em geral de acordo com estas predi????es. 45
Baseado nos dados cient??ficos dispon??veis, a melhor conclus??o que h?? ?? que se h?? um efeito de campos magn??ticos est??ticos em circula????o de sangue, n??o h?? nenhum mecanismo biol??gico conhecido pelo qual aquele efeito ?? gerado. A pessoa tamb??m pode postular que as botas, mantas, e bandagem nas quais os im??s s??o cosidos t??m algum tipo de efeito t??rmico que ?? independente do campo magn??tico (e poderia ser duplicado com qualquer forma de bandagem)).

O Campo magn??tico e Al??vio da Dor

Ambas terapia de campo eletromagn??tico est??tica e pulsante tamb??m foram promovidas como sendo ben??ficas para o al??vio da dor. Como em outros efeitos propostos, n??o h?? mecanismo conhecido de a????o pela qual a aplica????o de um campo magn??tico produz efeitos biol??gicos. Se eles s??o efetivos no al??vio de dor, ?? improv??vel que o efeito ?? relacionado a uma redu????o em condutividade de nervo; o campo exigido produz 10% de redu????o em condutividade de nervo ?? asperamente 24 Tesla. 46
Estudos que avaliam os efeitos de campos eletromagn??ticos pulsante no al??vio da dor, mostraram resultados contradit??rios. A terapia pulsante de campo eletromagn??tico tem segundo boatos, provido al??vio da dor no tratamento de osteoartrite do joelho humano e espinha cervical,47,48 no tratamento de dor de pesco??o,49 persistente e no tratamento de mulheres com dores p??lvicas cr??nicas.50 Por??m, a terapia eletromagn??tica n??o mostrou nenhum benef??cio no al??vio de dor devido a ombro artrite 51, em 1994 um resumo de tentativas publicadas n??o-medicinais e terapias n??o-invasivas para quadril e osteoartrite de joelho concluiu que havia dados insuficientes dispon??vel para qualquer conclus??o Paradoxalmente outro estudo em humanos mostrou que o tratamento magn??tico atual induziu hiperalgesia em dores de dente .53
Tamb??m s??o promovidos blocos que aplicam um campo magn??tico est??tico como tendo efeitos lenitivos. Pobremente controlado estudo da literatura japonesa sugere que dispositivos magn??ticos est??ticos eram altamente efetivos aliviando sintomas subjetivos como pesco??o, e outras dores54,55 muscular controladas, dobrar-encubra o estudo piloto sugerido que blocos magn??ticos eram efetivos no al??vio de miofascial ou artr??tico-como dor em s??ndrome de postpolio,56 embora todo paciente no estudo, se sendo tratado com um placebo ou um im??, mostrou al??vio de dor. Por??m, outros estudos conclu??ram que uma chapa magn??tica n??o ofereceu nenhuma vantagem sobre insoles claro no tratamento de dor do calcanhar57 e que um colar magn??tico n??o teve efeito em pesco??o e dor de ombro.58 pois tamb??m foi sugerido que haja um efeito de placebo forte a trabalho na percep????o de al??vio de dor oferecida por dispositivos Magn??ticos est??ticos. 59

Uso cl??nico de Campo Magn??tico em Medicamento Veterin??rio

Dispositivos magn??ticos e eletromagn??ticos parecem n??o ser usados em animais pequenos. Por??m, os dispositivos s??o anunciados em revistas direcionadas a donos de cavalo. A terapia pulsante de campo eletromagn??tico ?? aplicada tipicamente a cavalos com botas ou mantas. Algumas das vari??veis do campo magn??tico geradas (como a amplid??o e freq????ncia do sinal) podem ser controladas usando esta forma de terapia magn??tica. Por??m, mudan??as nestas vari??veis parecem afetar tecidos diferentes de modos diferentes, e esses modos n??o s??o definidos bem e fazem sele????o de for??a de campo ideal da terapia problem??tica.
O outro modo para aplicar um campo magn??tico para um cavalo ?? prender um bloco magn??tico. Esta forma de terapia gera uma influ??ncia magn??tica cont??nua, est??tica no tecido mirado; por??m, o campo magn??tico n??o pode ser modulado. A vantagem de princ??pio desta forma de terapia magn??tica ?? que ?? relativamente barata (comparada ao custo das m??quinas) e f??cil aplicar; a desvantagem ?? que ainda n??o h?? nenhuma evid??ncia cient??fica de um efeito.
A aus??ncia de uma teoria cient??fica plaus??vel para um mecanismo de a????o nunca deveria anular evid??ncia cl??nica forte fidedigna de um efeito. Por exemplo, o mecanismo de aspirina n??o era por muitos anos conhecido, embora a droga era clinicamente efetiva. Por??m, n??o pare??a ter nenhum estudo cient??fico publicado dispon??vel isso demonstra que qualquer forma de terapia de campo magn??tica ?? valiosa no tratamento de condi????es de doen??a do cavalo.
Diariamente a terapia eletromagn??tica aumentou a concentra????o de vasos de sangue e cirurgicamente criou defeitos de tend??o de flexor digital superficial de equinos, mas a matura????o do tecido de conserto e a transforma????o de tipo de col??geno (dois componentes essenciais no processo curativo de tend??o) de fato estavam atrasados pelo tratamento em amostras de tend??o colecionadas a 8 a 12 semanas depois das cirurgias.60 Nenhum benef??cio recente poderia ser demonstrado na cura de danos de ossso tratados com terapia de campo eletromagn??tico pulsante quando comparado a membros de controle sem tratamento, 61 embora outro estudo sugestionou um aumento em atividade de osso sob o tratamento de campo eletromagn??tico pulsante quando foram perfurados buracos em ossos de cavalo .62 Um tratamento T??pico com um campo eletromagn??tico pulsante mostrou pequeno efeito no metabolismo de do osso normal do cavalo em outros estudos.63Infelizmente a aplica????o de princ??pio de terapia de campo eletromagn??tico pulsante em pessoas, para atraso e n??o-uni??o de fraturas, ?? de pequeno uso aparente em cavalos.

Terapia magn??tica e Pseudociencia

Apesar de centenas de anos de investiga????o, ainda n??o parece ter lugar para terapia magn??tica em medicamento cient??fico. Enquanto investiga????es leg??timas est??o acontecendo, muitos aspectos de terapia magn??tica levam carimbo de pseudociencia. Por exemplo:
??? Reivindica????es vagas, sem assist??ncia de efetividade. Um dispositivo anuncia aqueles ” cientistas principais concordam que aqueles im??s unipolar s??o superiores em bipolar “. Os ” cientistas ” principais n??o s??o identificados. A companhia tamb??m reivindica ter ” dez milh??es de usu??rios ” muito satisfeitos.
??? Abuse de terminologia cient??fica definida. A descoberta de um ” im?? unipolar ” (veja acima) ou monopole magn??tico conduziriam seu descobridor a um Nobel quase imediato computa, como n??o foram mostrados monopoles magn??ticos para existir. Uma companhia anuncia seus ” im??s Tect??nicos ” (tect??nica ?? um termo geol??gico que se refere ao estudo das caracter??sticas estruturais da terra.)
??? Descaracteriza????o de medicamento. Uma companhia adverte sobre os efeitos colaterais de tomada ” muitos p??lulas ” e estados que, ” Usando meios de im??s voc??s n??o est??o pondo nada em seu est??mago que poderia causar transtorno ou dano “. Outra companhia descreve os im??s t??o natural quanto natureza ” e ” holistico ” [assim]. Enquanto im??s podem n??o ter nenhum efeito colateral, eles podem n??o ter qualquer efeito,.
??? Reivindica????es inexatas. Um estado de companhia que estuda em v??rias universidades prova ” aqueles im??s de est??tica aumentam fluxo de sangue. Isto parece estar ao contr??rio do fato.
??? Nenhuma evid??ncia aprofundada. Apesar de centenas de anos de experi??ncia e investiga????o, o ” estado da arte ” em terapia magn??tica aparece ter aumentado pouco desde os dias de Franz Mesmer.

Resumo

Sempre que um dano em tecido acontece, a meta de qualquer terapia m??dica ?? ajudar a curar aquele dano de forma que, a extens??o que pode ser feito, o tecido ferido ?? devolvido t??o depressa quanto poss??vel a fun????o normal. A qualidade de conserto de tecido e a velocidade com que aquele conserto pode ser realizado s??o as duas vari??veis principais na cura de qualquer dano. Qualquer terapia m??dica que poderia ser demonstrada para afetar qualquer vari??vel (ou melhor ainda, ambas) seria extremamente valiosa ao campo m??dico.
Por??m, avaliando se uma terapia m??dica particular ?? efetiva ou n??o, ?? um pouco problem??tico. O velho prov??rbio, “O Tempo cura todas as feridas, ” ?? largamente verdade. Muitas doen??as est??o ego-limitadas e o corpo pode se curar sem interven????o. Por exemplo, de acordo com uma fonte, aproximadamente 70 por cento de doen??as infecciosas agudas vistas no cavalo ?? negociado adequadamente pela defesa do organismo.65 Isso sugere que qualquer m??todo queseja selecionado, 7 fora de 10 vezes, melhorar?? o problema. Explica????es que campos ” magn??ticos aumentam circula????o,” ” reduz inflama????o, ou ” recupera????o da velocidade de danos ” ?? simplista e n??o ?? apoiado pelo peso de evid??ncia experimental. Os efeitos de campos magn??ticos em tecidos de corpo s??o complexos e parecem variar de tecido a tecido e de intensidades diferentes e dura????o do campo magn??tico aplicadas. A natureza dos dispositivos magn??ticos os faz amenos para os tornar aleat??rios, controlados. Embora as terapias parecem ser inocentes, n??o significa que n??o s??o ??teis.

References

1. Mourino, M. From Thales to Lauterbur, or from the lodestone to MR imaging: magnetism and medicine. Radiology 180: 593-612, 1991.
2. Herholdt and Rafn, Experiments with the Metallic Tractors in Rheumatic and Gouty Affections, Inflammations and Various Tropical Diseases, Royal Academy of Sciences, Copenhagen, Denmark, 1799.
3. Macklis, R. Magnetic Healing, Quackery and the Debate about the Health Effects of Electromagnetic Fields. Annals of Medicine 118(5): 376-383, 1993.
4. Thatcher, C. Plain road to health without the use of medicine. Jameson and Morse, Chicago, IL, 1886.
5. Milstead, K, David, J and Dobelle, M. Quackery in the medical device field. Proceedings of the Second National AMA/FDA Congress on Medical Quackery. Washington, D.C., Oct. 25-26, 1963.
6. Davidovitch, Z., et al. Biochemical mediators of the effects of mechanical forces in electric currents on mineralized tissue. Calcif Tissue Int 36: s86-s79, 1984.
7. Aaron, R. and Ciombor, D. Acceleration of Experimental Endochondral Ossification by Biophysical Stimulation of the Progenitor Cell Pool. J Orthop Res 14(4): 582-89, 1996.
8. Cho, M., et al. Reorganization of microfilament structure induced by ac electric fields. FASEB J 10: 1552-1558, 1996.
9. MacGinitie, L.A., Gluzbank, Y.A. and Grodzinski, A.J. Electric Field Stimulation can Increase Protein Synthesis in Articular Cartilage Explants. J Orthop Res 12: 151-60, 1994.
10. Shimizu, T., et al. Bone ingrowth into porous calcium phosphate ceramics; influence of pulsating electromagnetic field. J Orthop Res 6: 248-258, 1988.
11. Rubin, C, McLeod, K and Lanyon, L. Prevention of osteoporosis by pulsed electromagnetic fields. J Bone Joint Surg [Am] 71: 411-416, 1989.
12. Cruess, R. and Bassett, CAL. The effect of pulsing electromagnetic fields on bone metabolism in experimental disuse osteoporosis. Clin Orthop 173: 345-250, 1983.
13. Miller, G., et al. Electromagnetic stimulation of canine bone grafts. J Bone and Joint Surg [Am} 66: 693-698, 1984.
14. Kold, S. and Hickman, J. Preliminary study of quantitative aspects and the effect of pulsed electromagnetic field treatment on the incorporation of equine cancellous bone rafts. Eq Vet J 19(2): 120-124, 1987.
15. Sharrard, W. A double blind trial of pulsed electromagnetic fiedls for delayed union of tibial fractures. J Bone and Joint Surg [Br] 72: 347-355, 1990.
16. Mooney, V. A randomized double blind prospective study of the efficacy of pulsed electromagnetic fields for interbody lumbar fusions. Spine 15: 708-712, 1990.
17. De Haas, W.G., Lazarovici, M.A., and Morrison, D.M. The Effect of Low Frequency Magnetic Field on Healing of Osteotomized Rabbit Radius. Clin Orthop 145: 245-51, 1979.
18. Ieran, M., et al. Effect of Low Frequency Pulsing Electromagnetic Fiedls on Skin Ulcers of Venous Origin in Humans: A Double-Blind Study. J Orthop Res 8(2): 276-282, 1990.
19. Kort, J., Ito, H. and Basset, C.A.L. Effects of pulsing electromagnetic fields on peripheral nerve regeneration. J Bone Jt Sug Orthop Trans 4: 238, 1980.
20. Sisken, B.F., et al. Pulsed electromagnetic fiedls stimulate nerve regeneration in vitro and in vivo. Restorative Neurology and Neuroscience 1: 303-309, 1990b.
21. Polk, C. Electric and Magnetic Fields for Bone and Soft Tissue Repair. In, Handbook of Biological Effects of Electromagnetic Fields, 2nd ed. Polk, C. and Postow, E., eds. CRC Press, Boca Raton, FL, 231-246, 1996.
22. Bassett, C.A.L. Beneficial Effects of Electromagnetic Fields. J of Cell Biochem 51: 387-393, 1993.
23. Lee, E.W., et al. Pulsed Magnetic and Electromagnetic Fields in Experimental Achilles Tendonitis in the Rat: A Prospective Randomized Study. Arch Phys Med and Rehab 78(4): 399-404, 1997.
24. Barker, A.T. Pulsating Electromagnetic Field Therapy for the Treatment of Tibial Non-Union Fractures. Lancet 8384 (1): 994-996, 1984.
25. Barker, A.T. Electricity, magnetism and the body: Some Uses and Abuses. Eng Sci and Edu J, 249-256, December, 1993.
26. Aaron, R. Department of Orthopedics, Brown University and Orthopedic Research Laboratory, Department of Surgery, Roger Williams Medical Center, Providence, RI. Personal Communication.
27. Schulten, K. Magnetic field effects in chemistry and biology. Adv. Solid State Phys. 22: 61, 1982.
28. Steiner, U.E. and Ulrich, T. Magnetic field effects in chemical kinetics and related phenomena. Chem Rev, 89: 51, 1989.
29. Beall, P.T., Hazlewood, C.F. and Rao, P.N. Nuclear magnetic resonance patterns of intracellular water as a function of HeLa cell cycle. Science 192: 904-907, 1976.
30. Frankel, R.B. and Liburdy, R.P. Biological Effects of Static Magnetic Fields. In, Polk, C. and Postow, E. Handbook of Biological Effects of Electromagnetic Fields, 2nd Ed. CRC Press, Boca Raton, FL, 149-183, 1996.
31. Porter, M. Magnetic Therapy. Equine Vet Data, 17(7): 371, 1997.
32. Kirschvink, J. Professor of Geobiology, California Institute of Technology, Pasadena, CA. Personal Communication, 1997.
33. Baermann, H. Bioflex, Flexible Concentric Circle Magnets vs. Elekiban Style Magnets. www.magnaflex.com
34. Adair, R.K. Sterling Professor Emeritus of Physics, Yale University, New Haven, CT. Personal Communication.
35. Tectonic Magnets, Riviera Beach, FL.
36. Pratt, G. Professor of Electrical Engineering, The Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, MA. Personal Communication, 1997.
37. Kobluk, C., Johnston, G. and Lauper, L. A Scintigraphic Investigation of Magnetic Field Therapy on the Equine Third Metacarpus. Vet and Comp Orthop and Traum 7(1): 9-13, 1994.
38. Steyn, P. Professor of Radiology, Department of Veterinary Medicine, Colorado State University, Personal Communication, 1997.
39. Saygili, G., et al. Investigation of the Effect of Magnetic Retention Systems Used in Prosthodontics on Buccal Mucosal Blood Flow. Int J of Prosthodont, 5(4): 326-332, 1992.
40. Belossi, A., et al. No Effect of a Low-Frequency Pulsed Magnetic Field on the Brain Blood Flow Among Mice. Panminerva Med, 35(1): 57-59, 1993.
41. Barker, A. and Cain, M. The claimed vasodilatory effect of a commercial permanent magnet foil; results of a double blind trial. Clin Phys Physiol Meas 6(3): 261-263, 1985.
42. Leaper, D.J. Do Magnetic Fields Influence Soft Tissue Wound Healing? Eq Vet J 17(3): 178-180, 1985.
43. Turner, T., Wolfsdorf, K. and Jourdenais, J. Effects of Heat, Cold, Biomagnets and Ultrasound on Skin Circulation in the Horse. Proc 37th AAEP, 249-257, 1991.
44. Stick, C., et al. Do Strong Magnetic Fields in NMR tomography modify tissue perfusion? Nuklearmedizin 154: 326, 1991
45. Keltner, J., et al. Magnetohydrodynamics of Blood Flow. Mag Res in Med 16: 139, 1990.
46. Wikswo, J.P. and Barach, J.P. An estimate of the Steady Magnetic Field Strength required to influence nerve conduction. IEEE Transactions on Biomedical Engineering BME-27(12): 722-723, 1980.
47. Trock, D.H., Bollet, A.J. and Markill, R. The effect of pulsed electromagnetic fields in the treatment of osteoarthritis of the knee and cervical spine. Report of randomized, double blind, placebo controlled trials. J Rheumatol 21(10): 1903-1911, 1994.
48. Trock, D.H., et al. A double-blind trial of the clinical effects of pulsed electromagnetic fields in osteoarthritis. J Rheumatol 20(3): 456-460, 1993.
49. Foley-Nolan, D., et al. Pulsed High Frequency (27MHz) Electromagnetic Therapy for Persistent Neck Pain: A Double Blind, Placebo-Controlled Study of 20 Patients. Orthopedics 13(4): 445-451, 1990.
50. Varcaccia-Garofalo, G., et al. Analgesic properties of electromagnetic field therapy in patients with chronic pelvic pain. Clin Exp Obstet Gynecol 22(4): 350-354, 1995.
51. Leclaire, R and Bourgouin, J. Electromagnetic treatment of shoulder periarthritis: a randomized controlled trial of the efficiency and tolerance of magnetotherapy. Arch Phys Med Rehabil 72(5): 284-287, 1991.
52. Puett, D.W. and Griffin, M.R. Published trials of nonmedicinal and noninvasive therapies for hip and knee osteoarthritis. Ann Intern Med 121(2): 133-140, 1994.
53. Papi, F., et al. Exposure to Oscillating Magnetic Fields Influences Sensitivity to Electrical Stimuli. II. Experiments on Humans. Bioelectromagnetics 16: 295-300, 1995.
54. Nakagawa, K. Clinical Application of Magnetic Field. J Soc Non-trad. Technol., 66: 6-17, 1974.
55. Nakagawa, K. Magnetic field-deficient syndrome and magnetic treatment. Jap Med J 2745: 24-32, 1976.
56. Vallbonna, C., Hazlewood, C.F. and Jurida, G. Response of Pain to Static Magnetic Fields in Postpolio Patients: A Double-Blind Pilot Study. Arch Phys Med Rehabil 78: 1200-1204, 1997.
57. Casselli, M.A., et al. Evaluation of magnetic foil and PPT Insoles in the treatment of heel pain. J Am Podiatr Med Assoc 87(1): 11-16, 1997.
58. Hong, C., et al. Magnetic necklace: its therapeutic effectiveness on neck and shoulder pain. Arch Phys Med Reab. 63: 464-466, 1982.
59. Lin, J.C., et al. Geophysical Variables and Behavior: XXVII. Magnetic Necklace: Its Therapeutic Effectiveness on Neck and Shoulder Pain: 2. Psychological Assessment. Psychological Reports 56: 639-649, 1985.
60. Watkins, J., et al: Healing of surgically created defects in the Equine Superficial Digital Flexor Tendon: Effects of PEMF on collagen-type transformation and tissue morphologic reorganization. AJVR 46: 2097-2103, 1985.
61. Bramlage, L., Weisbrode, S. and Spurlock, G. The Effect of a Pulsating Electromagnetic Field on the Acute Healing of Equine Cortical Bone. Proc 30th AAEP, 43-48, 1984.
62. Cane, V., Botti, P. and Soana, S. Pulsed Magnetic Fields Improve Osteoblast Activity During the Repair of an Experiemental Osseous Defect. J Ortho Research, 11(5): 664-670, 1993.
63. Collier, M., et al. Radioisotope uptake in normal equine bone under the influence of a pulsed electromagnetic field. Mod Vet Prac 66: 971-974, 1985.
64. Turpin, R. Characterization of Quack Theories. http://www.chewable.com/hypatian/quack.htm.
65. Walker, R.D. Antimicrobial Chemotherapy. In, Current Therapy in Equine Medicine, III, Robinson, N.E., ed. W.B. Saunders Co, Philadelphia, PA, 1992.