O QUE S??O ONDAS DE FORMA

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O estudo das ondas de forma a hist??ria e evolu????o da radiestesia se dividem em v??rias fases.A primeira remonta a uma ??poca n??o definida, por falta de registros: ?? o per??odo da rabdomancia, da pr??tica emp??rica, que termina com o surgimento dos padres franceses, no in??cio do s??culo 20. A segunda fase come??a com os abades Bouly e Mermet, com a formula????o das teorias radiest??sicas, com a tentativa de uma abordagem cient??fica do fen??meno. Uma terceira fase ir?? come??ar em 1939, com a publica????o das pesquisas de Chaumery-B??lizal no livro Tratado Experimental de F??sica Radiest??sica. ?? o surgimento da ent??o chamada Radiestesia de Ondas de Forma. Finalmente, uma quarta e definitiva fase, em 1975, a da Radiestesia Cabal??stica, fruto do trabalho de Jean de La Foye e da Funda????o Ark’all. Neste cap??tulo vamos tratar da terceira fase: as Ondas de Forma.

A primeira descoberta em rela????o ??s emiss??es provocadas pela forma dos objetos se deve a Enel, pseud??nimo do coronel russo Skariatine (1883-1963). Em 1908, quando de sua primeira viagem ao Egito, Enel descobriu uma forte radia????o no interior da grande pir??mide. Tamb??m descobriu que havia correspond??ncia entre as emiss??es das cores e os diversos elementos da natureza e dos ??rg??os humanos. Essas emiss??es foram chamadas de “cores” apenas para poder classific??-las na ordem do espectro solar e elaborar um sistema como ponto de partida. Observou que estas vibra????es eram mais devidas ?? forma do que ?? subst??ncia ou cor. Em 1928 Enel elabora a primeira hip??tese relativa ??s vibra????es das Ondas de Forma, dividindo o conjunto da seguinte maneira:

Cores Positivas ou ??cidas: AMARELO, LARANJA, VERMELHO, INFRAVERMELHO, PRETO

Cores Negativas ou B??sicas: AZUL, ??NDIGO, VIOLETA, ULTRAVIOLETA, BRANCO

Nesta escala, o verde n??o foi inclu??do, j?? que Enel o detectou como positivo e negativo. O V- era ent??o chamado de cinza por alguns pesquisadores, por se encontrar no centro da radia????o entre o preto e branco, mas um p??ndulo crom??tico usado como detector regulado em verde gira em sentido anti-hor??rio sobre o verde negativo V-.

No in??cio dos anos 30, L??on Chaumery e Andr?? de B??lizal, ap??s uma viagem ao Egito, tal como Enel havia feito, iniciam a pesquisa de emiss??o de energias devidas ??s formas sobre o s??lido considerado o mais perfeito; a esfera. Com aux??lio de um p??ndulo detector de radioatividade, assim como tinha feito Turenne, detectaram tr??s grandes c??rculos se cortando em ??ngulos retos. Os tr??s planos que em geometria permitem dividir uma esfera em partes iguais. Aprofundando a investiga????o, usando agora um p??ndulo neutro, constataram que nos pontos Norte e Sul, dois p??los opostos, evidenciados pelos giros hor??rios e anti-hor??rios do detector (giro positivo ao Norte, giro negativo ao Sul). Os dois c??rculos se cortando em N. e S. foram considerados como meridianos, e o terceiro horizontal, como equador.

Quando analisados, os dois meridianos apresentaram: um, as vibra????es em fase el??trica e o outro oposto, em fase magn??tica.

Um estudo detalhado do meridiano el??trico, usando um p??ndulo neutro, testemunhos do espectro solar e um bastonete de cobre, como apontador, Chaumery-B??lizal detectaram sete vibra????es-cor repartidas a 1/6 de intervalo. Sobre o p??lo Norte da esfera uma emiss??o de cor verde e, descendo pelo meridiano el??trico na dire????o do equador para o lado Oeste, outras emiss??es nas cores amarelo, laranja, e vermelho. Para o lado Leste, azul, ??ndigo e violeta. Chamaram estas sete vibra????es de cores do espectro vis??vel. Encontraram ainda no hemisf??rio inferior da esfera as emiss??es: infravermelho, preto, “verde negativo”, branco e ultravioleta. Estas ??ltimas cinco emiss??es foram batizadas de cores do espectro invis??vel.

O meridiano magn??tico, alvo da mesma detalhada investiga????o, apresenta em sua parte superior 7 vibra????es-cor: verde, azul, ??ndigo, violeta, ultravioleta, branco e verde negativo. A constatar que o grupo de cores nos dois meridianos n??o ?? o mesmo, enquanto o magn??tico conta com tr??s cores do espectro invis??vel: ultravioleta, branco e verde negativo, no meridiano el??trico unicamente est??o presentes as vibra????es-cor do espetro vis??vel.

No p??lo Sul, a misteriosa vibra????o que faz girar anti-hor??rio um p??ndulo neutro foi chamada, por conven????o, de verde negativo V- por estar em oposi????o ao verde j?? encontrado no p??lo Norte positivo, que, por sua vez, passou a ser denominada de Verde Positivo. E, finalizaram por encontrar as mesmas 12 cores no c??rculo correspondente ao equador, s?? que em fase indiferenciada, ou seja, eletromagn??tica. Hoje chamado de (equador Chaumery-B??lizal).

O Verde Negativo, constataram, faz girar negativamente um p??ndulo neutro, exposto ?? sua a????o. Consideraram esta como a vibra????o mais curta e penetrante do Universo, capaz de atravessar blocos de chumbo julgados eficazes contra os Raios X.

Esta vibra????o foi descoberta em 1934 e patenteada na Fran??a em 10 de Abril de 1936, assim como o m??todo de “Decomposi????o do Espectro na Esfera”. O Verde Negativo ?? constitu??do na realidade de um feixe de vibra????es.

O espectro do Verde Negativo, na faixa entre o Preto e Branco, foi dividido em doze emiss??es por Chaumery-B??lizal. Estes pesquisadores dividiram o equador da esfera em graus (divis??o do c??rculo em 400).

5 grados – Alfa.395grados – Omega
10 grados – Beta.390 grados – R??
15 grados – Theta385 grados – Psi
20 grados – X380 grados – Lambda
25 grados – Nu375 grados – Khi
30 grados – Dzeta370 grados – ??psilon
33,5 grados – Preto366,5 grados – Branco

Cabe aqui um esclarecimento adicional sobre a cor do V-, j?? que o nome de batismo tem suscitado atrav??s dos anos erros de interpreta????o. Chaumery-B??lizal perceberam a coer??ncia de seu sistema, pois o espectro detectado se encontrava na mesma seq????ncia do espectro luminoso. Esta constata????o dava, sem d??vida, solidez ?? teoria. Hoje sabemos que entre as ondas de forma e o espectro luminoso existe uma certa afinidade, ou ent??o que uma manifesta????o ?? uma harm??nica da outra n??o obstante serem de natureza diferente. Como disse anteriormente, o nome Verde Negativo ?? s?? um nome. Se o V- pudesse ser traduzido atrav??s de uma cor, provavelmente esta seria o cinza.

Durante o estudo da esfera constataram que o espectro dos meridianos se movia numa forma el??ptica conforme o deslocamento do sol no horizonte. Para fixar estes dois c??rculos radiantes, foram inseridas duas pequenas massas met??licas em dois pontos opostos na interse????o do meridiano magn??tico com o equador.

Baseando-se no estudo da esfera, Chaumery e B??lizal criaram o P??ndulo Universal, o primeiro instrumento radiest??sico capaz de detectar as 12 vibra????es-cor do espectro de ondas de forma. Constitu??do a partir de uma esfera de madeira com 6 cm de di??metro, os dois meridianos e o equador finamente ranhurados, com as respectivas vibra????es-cor inscritas sobre os mesmos. Como na esfera, duas massas met??licas inseridas no cruzamento do meridiano magn??tico com o equador asseguram a estabilidade dos planos radioativos. Uma al??a met??lica n??o-magn??tica inserida nos polos permite que o fio de suspens??o possa explorar todos os pontos da esfera. Uma pequena pilha radiest??sica de 4 elementos no interior da esfera aumenta a pot??ncia deste p??ndulo emissor e estabiliza sua polaridade. O fio de suspens??o conta com quatro marcas, para ondas el??trica e magn??ticas, na vertical e a 45?? e um pequeno carretel, cujo parafuso permite um enrolamento com at?? ?? de mil??metro de precis??o.

A denomina????o de ondas el??tricas e magn??ticas teve sua origem no fato de que as ondas em fase el??trica n??o atravessam isolantes el??tricos tais, como a baquelite, ebonite, porcelana, etc. mas o fazem quando o painel ?? de ferro. J?? a onda em fase magn??tica ?? parada pelo mesmo painel de ferro e n??o o ?? por um isolante el??trico.

Jean de La Foye em sua pesquisa repetiu as experi??ncias de Chaumery-B??lizal, e em seu resultado final discorda dos conceitos apresentados anteriormente pela dupla de pesquisadores. Colocando frente a um emissor um par de chapas met??licas, uma de zinco e outra de cobre, de La Foye constatou: zinco ao norte e cobre ao sul, n??o muda a fase de emiss??o. Cobre ao norte e zinco ao sul faz com que a emiss??o Magn??tica se torne El??trica e inversamente, n??o alterando a cor. Segundo de La Foye, as emiss??es magn??ticas e el??tricas parecem ser da mesma natureza, mas diferenciadas pelo seu sentido em rela????o a um determinado ponto.

Resumindo: as ondas de forma podem apresentar polaridade positiva ou negativa, fase el??trica, magn??tica ou ainda eletromagn??tica. E o espectro dessas ondas apresenta 12 cores diferentes, sete vis??veis e cinco invis??veis.

Pesquisando com o P.U. a faixa do V-, Enel encontrou uma emiss??o entre este e o Preto, exatamente a 6 graus e 15 minutos do eixo Leste-Oeste. A esta emiss??o Enel chamou de raio Pi e, como constatou que ela ?? produtora de c??ncer, achou que ela poderia tamb??m (pelo princ??pio homeop??tico da semelhan??a), curar esta doen??a. Na realidade, somente o raio Pi emitido em fase el??trica ?? cancer??geno e na fase magn??tica, como constatou Enel, pode curar o c??ncer. Com o uso de emissores cil??ndricos com linhas helicoidais, Enel conseguia emitir isoladamente cada onda de forma e curou in??meros casos de c??ncer com o raio Pi e o V-, ambos em fase magn??tica.

Ap??s o estudo da esfera, Chaumery e B??lizal passaram a estudar as emiss??es da semi-esfera. Como na esfera tamb??m existem tr??s planos emissores (um equador e dois meridianos) com a diferen??a que na semi-esfera o plano do equador passa no seu centro de gravidade e n??o no c??rculo da base.

Na vertical, a semi-esfera emite V+ para cima e V- para baixo e, na horizontal, ela emite V+ ao Norte e V- ao Sul. Como na face plana o Preto e o Branco est??o mais afastados do V- do que na face convexa, o V- ?? mais puro naquela face. Por esse motivo usa-se a face plana para baixo ou para o Sul quando se faz uso da semi-esfera como emissor (normalmente se usa a pilha na horizontal por uma quest??o de praticidade). Quando duas ou mais semi-esferas s??o unidas (face convexa com face plana), aumenta-se a pot??ncia de emiss??o do V- (e do V+ do lado oposto – para cima ou para o Norte). A esse conjunto de semi-esferas Chaumery e B??lizal chamaram “pilha radiest??sica”. Quando a pilha est?? na vertical, ?? chamada de pilha c??smica e, quando na horizontal, toma o nome de pilha magn??tica. Em ambos os casos ela emite o espectro indiferenciado, isto ??, as fases el??trica e magn??tica ao mesmo tempo.

Assim como o P??ndulo Universal, a Pilha Radiest??sica foi patenteada na Fran??a em 1936. No entanto j?? era conhecida no Egito h?? mais de 6.000 anos, como se pode ver no Museu do Louvre, em Paris. L?? est?? exposto um m??vel que possui duas pilhas radiest??sicas e duas cruzes ansatas e emite no centro de seu tampo a onda Azul.

A pot??ncia de emiss??o da pilha radiest??sica aumenta com o n??mero de semi-esferas e a intensidade com seu di??metro. Estabelecendo um paralelo com as pilhas em eletricidade, uma “voltagem” maior em fun????o da quantidade de semi-esferas e uma “amperagem” maior com o aumento de di??metro. ?? poss??vel, assim como nas pilhas el??tricas, junt??-las em s??rie ou em paralelo para formar verdadeiras baterias. Com uma pilha de 9 elementos, ?? poss??vel mumificar qualquer tipo de material org??nico, pela a????o do raio V-: ele tem a propriedade de destruir os microrganismos.

Para terapia humana ?? aconselh??vel utilizar pilhas de quatro elementos, pois Chaumery-B??lizal constataram que 4 elementos representam a tens??o normal da c??lula humana ou animal no estado de sa??de perfeita.

Bomba C.30, a cria????o deste poderoso emissor de ondas de forma se deve a L??on Chaumery. Este projeto foi retomado por B??lizal nos anos 60 e aperfei??oado. A Bomba C.30 recebeu este nome por causa de seu di??metro de 30 cent??metros. Ela ?? composta de tr??s esferas ocas conc??ntricas. Entre cada esfera existe um pequeno espa??o de separa????o, a madeira de cada esfera ?? alinhada em rela????o ??s demais em fun????o da polaridade. Este jogo de esferas ?? separ??vel no meio ?? altura do equador (o equador ?? dividido em graus), permitindo acesso ao interior do conjunto. No p??lo Norte encontra-se uma pilha radiest??sica composta de quatro elementos, captadora do fluxo c??smico e, na altura do equador, outra pilha de 15 cm de di??metro, esta na horizontal, que envia para o centro da bomba o fluxo magn??tico. Para aumentar a capta????o das ondas, cada pilha tem uma antena de fios de cobre com sete elementos. Na cavidade interna da bomba est??o fixados dois peda??os de metal, um positivo e outro negativo. ?? nesse lugar que sobre um pequeno suporte, se coloca um testemunho do doente e um desenho do ??rg??o a tratar, quando se deseja fazer emiss??es a dist??ncia com cunho curativo. A esfera exterior, a mais grossa, comporta dois meridianos, um el??trico, outro magn??tico, e um equador eletromagn??tico. A escolha da vibra????o ?? feita atrav??s de um seletor externo.

O esquadro, esta forma ?? o resultado da jun????o de duas linhas perpendiculares, formando um angulo de 90??. Ela ?? uma geradora natural de verde negativo V-. A emiss??o da vibra????o-cor se projeta pela linha horizontal do ??ngulo de 90??.

Ao mudar-se o ??ngulo da linha vertical entre 0?? e 180?? teremos toda a s??rie de vibra????es-cor do espectro, de vis??vel e invis??vel.

O Emissor a ondas de choque ?? mais um dos aparelhos criados por B??lizal. Este potente dispositivo ?? baseado nas propriedades de refra????o do esquadro. ?? composto de duas pilhas radiest??sicas, uma na vertical, e outra na horizontal. Um seletor colocado sob a pilha c??smica permite emitir a vibra????o escolhida. Este seletor ?? constru??do a partir de um disco m??vel girando a partir do eixo central, na parte superior 13 ou 21 ranhuras, sendo os relevos pintados em preto. Montado sobre um suporte no qual se encontram inscritas todas as vibra????es do espectro vis??vel e invis??vel, tendo numa das laterais uma r??gua que se projeta para fora, pintada de preto. O ??ngulo gerado pelas ranhuras do disco m??vel em rela????o ?? r??gua projeta atrav??s desta as vibra????es-cor. Um ??ngulo de 90?? gera verde negativo V-, os ??ngulos agudos: o branco, o ultravioleta, o violeta, o ??ndigo o azul e o verde Positivo V+. Os ??ngulos obtusos: o preto, o infravermelho, o vermelho, o laranja, o amarelo, e o verde positivo V+. B??lizal usava de 4 a 15 pilhas na vertical, e de 4 a 30 pilhas na horizontal. Este aparelho emite unicamente o espectro indiferenciado.

Tanto a Bomba C30 quanto o Emissor de Ondas de Choque, por sua forte emiss??o, s??o capazes de impressionar filmes sens??veis aos raios gama, colocados em seus pontos de emiss??o. Chaumery-B??lizal utilizavam dispositivos de grande porte, cujas emiss??es poderosas afetavam inclusive o funcionamento de um rel??gio el??trico, atrasando-o. As pilhas radiest??sicas e emissores de grande porte produziam inclusive radiodermias, assim, foram levados a deslocar os instrumentos maiores para um pequeno c??modo no fundo do jardim, protegido por uma malha met??lica aterrada. Constataram que no interior da Bomba C 30 havia sempre uma diferen??a de temperatura em rela????o ao exterior, de 15% menos. Segundo nos relata Jean de La Foye, Andr?? de B??lizal em uma de suas experi??ncias, consegue que uma macieira perca em tr??s semanas suas folhas com a simples coloca????o de um dispositivo de ondas de forma de 30 cent??metros de comprimento preso com um barbante.

O segundo livro de Andr?? de B??lizal, publicado em 1965 em colabora????o com P. A. Morel, inicia-se com um texto de aviso, que acho interessante reproduzir: “Esta obra ?? o fruto de 30 anos de estudos, de pesquisas silenciosas e pacientes, algumas decepcionantes, outras exaltantes. ?? tamb??m o prolongamento natural do volume publicado em 1939, e depois reeditado em 1956 com um t??tulo diferente: Ensaio de Radiestesia Vibrat??ria, e isso em colabora????o com L??on Chaumery retirado, ai de mim, prematuramente de nosso afeto em 7 de fevereiro de 1957.

Nosso colaborador e amigo foi de fato v??tima de suas experi??ncias e completamente desidratado por nosso raio verde negativo V-. Nesta ??poca ainda n??o t??nhamos encontrado a vibra????o ant??doto, descoberta depois com P. A. Morel que teve a bondade de debru??ar sobre nossos trabalhos e nos assegurar sua contribui????o preciosa…

…O verde negativo V-, representa o ponto 0 400 (graus), ?? uma vibra????o misteriosa, verdadeiro tra??o de uni??o entre a vida e a morte. Ela domina a mat??ria, queima, destr??i…, mas pode tamb??m conservar a vida fora do espa??o e do tempo…

… Est?? na base de nossa <>. ?? de fato a pedra angular de nosso m??todo, sem a qual teria sido imposs??vel construir uma teoria v??lida e hoje em dia aceita por todos os pesquisadores s??rios. A. de B??lizal”.

Como se pode perceber no texto anterior, Chaumery-B??lizal trabalham dentro da tend??ncia da radiestesia f??sica que, segundo eles, se ap??ia nos princ??pios da f??sica moderna, n??o descartando no entanto a radiestesia mental pois, segundo estes autores, ela interv??m no momento em que a vibra????o detectada atravessa o corpo humano. A acuidade mental do operador permite que este se aperceba do fen??meno e ao amplific??-lo, transmita o movimento para um detector (p??ndulo ou vareta).

A terra, feito um gigantesco organismo vivo, vibra, e as vibra????es resultantes se projetam acima da superf??cie do solo. O cosmos circundante, por sua vez, nos banha com seu influxo o tempo todo, estas duas for??as, quando se encontram em perfeito equil??brio, produzem um ambiente natural saud??vel mas, quando ocorre um desequil??brio ou “ruptura das for??as compensadas”, a onda tel??rica resultante tende a gerar doen??as nos organismos vivos. Os chineses chamavam a esse desequil??brio “as veias do drag??o” e, conhecedores de seus malef??cios, nunca constru??am suas habita????es sobre tais locais.

A onda tel??rica n??o compensada ?? uma onda portadora verde negativo V-, contaminando a superf??cie com a energia de falhas secas radioativas, esgotos, correntes de ??gua subterr??nea etc.

Vivemos imersos num mundo de energias, de influ??ncias, de formas, tudo, absolutamente tudo, vibra ?? nossa volta, todos os objetos, todas as coisas interagem umas com as outras gerando uma multiplicidade vibrat??ria. Tudo ?? nossa volta pode influenciar o resultado de nossas experi??ncias, por exemplo: uma janela ou porta abertas no alinhamento de um bi??metro podem alterar as medi????es. A fim de obter sempre os melhores resultados, deve-se trabalhar sempre na mesma orienta????o na mesa de trabalho. Sobre esta mesa n??o deve haver nenhum tipo de objeto radiante, as gavetas devem permanecer fechadas, a cavidade da gaveta aberta emite!. A luz deve estar sempre do mesmo lado e ter sempre a mesma intensidade. O mundo moderno e os centros urbanos nos deram nos ??ltimos tempos um razo??vel acr??scimo de vibra????es novas. Olhe ?? sua volta, TV a cabo, telefone celular, ventilador ligado, aparelho de r??dio tocando baixinho para criar um clima agrad??vel, rel??gio a pilha, calculadora eletr??nica, l??mpada florescente, computador. Se voc?? mora em apartamento, tem ainda, de brinde, canos de ??gua dentro da parede, fia????o el??trica nas quatro paredes, no teto e at?? no ch??o (que ?? o teto do vizinho). Alguns aparelhos radiest??sicos

Flecha regul??vel – Criado por Enel, este dispositivo ?? baseado no desenho do p??ndulo de cone virtual de Chaumery-B??lizal. Pode ser executado a partir de um quadrado de madeira com 10 cm de lado, atravessado ao centro por uma vareta tamb??m de madeira com um di??metro de 1 a 2 cm, cuja ponta ser?? afiada em cone. Projetando-se a vareta mais ou menos para fora da prancha se obt??m um cone virtual em rela????o ?? borda do quadrado. Ao longo da vareta ser??o indicadas as vibra????es-cor correspondentes, que podem ser encontradas usando qualquer tipo de p??ndulo crom??tico. Fixa-se a uma certa dist??ncia da ponta da flecha o desenho do ??rg??o a tratar, junto com o testemunho do paciente, e se ajusta a flecha na cor indicada para o tratamento. Desejando-se aumentar o influxo energ??tico, pode-se colar um barbante entre a traseira da flecha e a parede mais pr??xima, para que a radia????o proveniente da terra carregue o aparelho. Uma chapa de metal branco, exemplo, o alum??nio, pode ser colocada entre o dispositivo e a mesa para evitar a perda de corrente. O resultado da aplica????o deste aparelho ?? muito bom em doen??as benignas. Sua a????o ?? suficientemente suave para poder se fazer longas aplica????es sem perigo.

Cilindros helicoidais – Criados por Enel, estes dispositivos t??m a vantagem de poder enviar uma onda cor ??nica absolutamente livre de outras emiss??es parasitas. Pequenos cilindros de madeira com um di??metro de 3 cm e comprimento de 10 cm ter??o uma dimens??o m??dia adequada para o fim em vista. Sobre cada cilindro ser?? colado um papel raiado com tinta nanquim, segundo o seguinte modelo: riscos no sentido do comprimento do cilindro produzem Verde positivo, riscos no sentido oposto, ou seja, formando c??rculo ?? volta do cilindro, geram Verde negativo. As demais cores ser??o obtidas a partir de linhas helicoidais, diferindo entre si numa inclina????o de 15??. As espirais dextrogiras emitem as cores negativas (azuis), as espirais levogiras geram as cores positivas (vermelhos). Cada cilindro ter?? num dos topos um furo de 2 cm de profundidade, onde ser?? fixada a haste de sustenta????o, a qual dever?? ser de alum??nio, todo este conjunto apoiado sobre uma base de cobre. A utiliza????o dos dois metais ?? indispens??vel para isolar o conjunto da mesa sobre a qual for montado. Um barbante colado entre o alum??nio e a parede assegurar?? uma carga energ??tica suplementar oriunda da terra. O testemunho do paciente dever?? ficar a aproximadamente 75 cm do cilindro. Como a emiss??o deste conjunto ?? bastante forte, ?? aconselh??vel um maior controle de tempo e sobretudo n??o fazer longas exposi????es, que ultrapassem o per??odo de carga total que ?? de 48 horas.

Escargot-seletor – O Escargot-seletor pode ser considerado como uma amplia????o do equador do P??ndulo Universal. Escalonado em 400 grados, permite, com um p??ndulo a cone virtual, a detec????o de qualquer onda-desequil??brio a partir de um testemunho, e a detec????o tamb??m de sua onda-corretora. Este aparelho foi realizado por B??lizal e Morel. Ele ?? composto de: uma base em madeira, encaixada, na qual se encontra uma forma de concha indiana (escargot) em zinco, uma b??ssola, uma segunda forma de concha, em cobre, esta m??vel chamada seletor, uma agulha de pesquisa, presa num eixo, sobre o qual ?? colocado ora um disco met??lico ora uma esfera cromada, segundo o objeto da pesquisa. Esta agulha serve para explorar a circunfer??ncia dividida em 400 grados e assim materializar a vibra????o detectada pelo p??ndulo. S??o ainda necess??rios um p??ndulo neutro e um p??ndulo de cone virtual.

Baseado no estudo da concha indiana, este aparelho ?? uma r??gua de an??lise sofisticada, que permite tamb??m a emiss??o a dist??ncia. Todo a descri????o para o uso como r??gua, junto com as respectivas tabelas podem ser encontradas no nosso livro sobre gr??ficos radiest??sicos. O Escargot-seletor pode ser usado como aparelho para emiss??o a dist??ncia, quando for necess??rio um aparelho de baixa pot??ncia. Coloca-se o testemunho do paciente junto com o desenho do ??rg??o a tratar no prolongamento da linha da cor escolhida. No centro do aparelho coloca-se um emissor ativo tipo areia radiante, ou outro. Como alguns outros aparelhos, o Escargot apresenta o inconveniente de emitir todo o espetro de vibra????es-cor ?? volta do mesmo, podendo interferir nos demais instrumentos presentes no local.

B??-gua – De origem chinesa, este instrumento, cuja cria????o se atribui ao lend??rio imperador Fuh-Hi, foi alvo do estudo de v??rios radiestesistas. A maior quest??o se refere ?? distribui????o exata dos trigramas, pois at?? os B??-guas de origem chinesa nos chegam com m??ltiplas variantes. A vers??o aqui apresentada ?? a de Chaumery-B??lizal, que emite em fase indeterminada, ou seja, o espectro eletromagn??tico, quando alinhado Norte-Sul, ganha em pot??ncia. Sobre um testemunho colocado em seu centro ?? poss??vel detectar a vibra????o-doen??a e tamb??m a vibra????o-rem??dio. Nas cores vermelho e verde ?? um gr??fico emissor de boa pot??ncia. Algu??m cujo testemunho tenha sido colocado sobre o Ying-Yang, no centro do B??-gua, percebe com uma razo??vel rapidez os efeitos ben??ficos da emiss??o deste instrumento. Quando os trigramas Khien (sul) e Khouen (norte) n??o se encontram alinhados, ?? in??til colocar um Ying

Yang central – Existe alguma diferen??a entre a utiliza????o deste instrumento para Feng Shui e para a radiestesia. A radiestesia imp??e a estrita observ??ncia dos fatores f??sicos relacionados. Os aspectos subjetivos ou m??sticos devem ser por princ??pio descartados.

Em radiestesia, o Ying Yang em giro anti-hor??rio assegura a n??o-invers??o de polaridade da emiss??o.

As denomina????es de “Ondas de Forma” em qualquer de suas variantes constituem um erro, pois n??o se trata realmente de ondas, por n??o terem car??ter ondulat??rio. A forma apenas faz esta energia emergir, a concentra e emite. A energia catalisada pela forma est?? presente em todos os pontos do universo. A conjun????o dos fatores, Forma e Influ??ncias atuantes no local, apenas fazem Emergir a energia do campo difuso circundante, transformado-a em um feixe direcionado. Pesquisadores da Funda????o Ark’all (Fran??a), liderados pelo radiestesista, f??sico e matem??tico Jacques Ravatin, denominaram a “energia devida ?? forma” de EIFs. Esta sigla significa: Emergences, Influences, Formes (Emerg??ncias, Influ??ncias, Formas e o s de plural). A natureza intr??nseca das EIFs ainda ?? desconhecida e, por isso, as diversas defini????es existentes s??o incompletas e inadequadas.

Para melhor compreens??o das EIFs vejamos algumas de suas caracter??sticas e propriedades:

01 – Possuem duas fases, uma “magn??tica” e outra “el??trica”.
02 – Possuem polaridade (positiva ou negativa).
03 – Existem em tr??s n??veis: f??sico, vital e espiritual.
04 – Existem na Natureza mas podem ser criadas artificialmente.
05 – S??o transportadas atrav??s de um fio condutor ou isolante (metal, barbante, linha etc.), de cilindros de metal, pl??stico ou madeira, de feixes luminosos, de ondas hertzianas e de correntes el??tricas ou magn??ticas.
06 – Sofrem reflex??o, difra????o na interface de v??rios materiais: espelho, prisma ou lente de madeira etc
07 – Suas fases s??o invertidas ao passarem no eixo de uma espiral negativa (com giro para a esquerda).
08 – S??o altamente penetrantes, atravessando paredes, rochas, massas met??licas (ferro, chumbo etc.), por??m s??o barradas por malhas met??licas ou t??xteis e, ainda por malhas bidimensionais, como um simples papel quadriculado. A efic??cia de uma malha como barreira ??s EIFs ?? inversamente proporcional ??s dimens??es de suas quadr??culas.
09 – S??o amplificadas ou reduzidas por transformadores el??tricos.
10 – Preenchem os volumes fechados e semi-fechados, tais como caixas, vasos, ba??s, apartamentos, fossas sanit??rias, galerias e tubula????es desativadas etc.
11 – O pensamento pode criar, modificar ou anular as EIFs. Tal ocorr??ncia depende muito da energia ps??quica do operador.
12 – As EIFs naturais s??o emitidas verticalmente
13 – Fendas, fissuras e rachaduras (simples ou m??ltiplas) mudam completamente a sua qualidade.
14 – O Verde Negativo Magn??tico s?? existe na Natureza nos animais de sangue quente, que o sintetizam quando com boa sa??de. Por outro lado, o Verde Negativo El??trico existe em toda a Natureza e seu excesso, em alguns seres vivos, ?? sinal de doen??a.
15 – O Verde Negativo El??trico pode servir de onda portadora de outras EIFs.
16 – Influenciam muito (por a????o catal??tica) os sistemas din??micos em curso, tais como rea????es metab??licas, fecunda????o, divis??o e multiplica????o celular (mitose), polimera????o, fermenta????o, revela????o fotogr??fica, saponifica????o, envelhecimento de vinhos e licores, germina????o etc.

A influ??ncia da lua

Vimos durante o estudo da esfera que os raios solares exerciam uma influ??ncia sobre o espectro de ondas de forma. Tamb??m a lua exerce sua influ??ncia neste processo, sobretudo durante o per??odo noturno e tamb??m em fun????o da fase lunar. A come??ar na lua nova e progressivamente at?? dois dias depois da lua cheia, a influ??ncia ?? favor??vel, tendo seu m??ximo durante a lua cheia. Desde o terceiro dia depois da lua cheia o efeito se inverte e se torna desfavor??vel.

A energia da pir??mide

A pir??mide de base quadrangular ?? um s??lido concentrador de energias de forma. A pir??mide de Qu??ops, al??m de energias de forma e outras energias sutis, capta tamb??m energias c??smicas e produz energia el??trica a partir dos seus cristais de quartzo (piezoeletricidade). As quatro lajes acima da C??mara do Rei t??m a fun????o de aumentar a capta????o de raios c??smicos e projet??-los num feixe unidirecional na dire????o do sarc??fago e da base da c??mara. Nesse feixe encontra-se o misterioso raio Pi com o qual o radiestesista franc??s Enel curou in??meros c??nceres.

A pir??mide cria em seu interior um d??bil campo magn??tico que funciona melhor quando sua base est?? alinhada no eixo Norte-Sul. Os efeitos da pir??mide variam de um dia para outro devido ??s varia????es do campo geomagn??tico e das energias sutis ?? sua volta. O engenheiro tcheco Karel Drbal descobriu uma f??rmula matem??tica para determinar o comprimento de onda ressonante da pir??mide. Eis esta f??rmula:

L=2 (A-h) ondeL = comprimento de onda
A = ap??tema
H = altura

Obtido o comprimento de onda, pode-se calcular a freq????ncia de resson??ncia da pir??mide pela seguinte f??rmula:

f = 30.000
L

A freq????ncia (f) obtida ser?? em hertz e o comprimento de onda (L) dever?? estar expresso em cent??metros. Se L estiver expresso em metros, a f??rmula dever?? ser a seguinte:

f = 300
L

A freq????ncia da pir??mide n??o depende do seu tamanho, mas sim do ??ngulo do v??rtice. Por isso, conhecendo-se a freq????ncia de um ??rg??o, basta achar seu comprimento de onda e construir uma pir??mide cuja diferen??a entre seu ap??tema e sua altura seja a metade deste comprimento de onda. Deste modo teremos o ??ngulo do v??rtice para uma pir??mide, de qualquer tamanho, ressonante com o ??rg??o considerado.

Segundo Patrick Flanagan, piramid??logo e f??sico americano, a pir??mide gera nanoondas de radia????o que se concentram em seu centro. Na ??rea da C??mara do Rei, a radia????o, cuja faixa de comprimento de onda ?? de cerca de 10 nan??metros, ?? transmitida por resson??ncia ??s mol??culas ou ??tomos que a?? estejam.

As energias sutis contidas na C??mara do Rei s??o capazes de produzir estados alterados de consci??ncia e, por isso, neste local eram realizadas inicia????es de car??ter esot??rico. Alinhando-se uma pir??mide no eixo Norte-Sul e fazendo-o coincidir com o espectro de Chaumery-B??lizal, teremos os pontos de emiss??o de ondas de forma. Nesses pontos da pir??mide alinhada constatamos com p??ndulos especiais essas emiss??es, o que permite sua capta????o, amplia????o e uso para fins terap??uticos. Assim como no caso das pilhas radiest??sicas, a pir??mide permite fazer emiss??es a dist??ncia, atrav??s do emprego de um testemunho e um corretor, usando as precau????es necess??rias para n??o causar nenhuma satura????o no destinat??rio.

A pir??mide de Qu??ops tamb??m foi alvo do estudo de Chaumery-B??lizal. Eles constataram que o ??pice emite Verde Positivo, e que na base est??o presentes as doze vibra????es do equador da esfera.

A um ter??o da base da pir??mide, bem no eixo vertical, existe um poderoso V- que tem uma forte a????o desidratante. Alguns anos antes dos trabalhos e publica????es de Enel, Chaumery e B??lizal, o f??sico e radiestesista Antoine Bovis tinha encontrado animais mortos dentro da Grande Pir??mide, que n??o apresentavam nenhum sinal de putrefa????o. De volta a Paris construiu r??plicas da pir??mide e, ap??s alinh??-las no eixo N-S, constatou que podia produzir a desidrata????o de alimentos e pequenos animais, impedindo sua decomposi????o. Foi exatamente na d??cada de 20, ap??s a divulga????o das observa????es de Bovis, que come??ou o interesse mundial pelos at?? ent??o estranhos fen??menos produzidos pela forma piramidal. O j?? citado engenheiro tcheco Karel Drbal conseguiu patentear um dispositivo para afiar l??minas de barbear tipo Gillette, aquele modelo antigo com duas l??minas. Quer a receita? Obtenha uma pequena pir??mide de 12 a 15 cent??metros de base, pode ser tubular ou de cartolina, alinhe com aux??lio de uma b??ssola uma das faces para o norte, na base da pir??mide, no centro coloque um peda??o de corti??a (rolha), sobre ela insira uma Gillette usada, na vertical, uma l??mina virada para o norte, outra para o sul, a um ter??o da altura da forma, ou seja, na altura da C??mara do Rei. Da primeira vez deixe por dez dias, a partir da?? pode passar a usar a l??mina regularmente, bastando toda vez recolocar a mesma no suporte de corti??a. Boas barbas!

A C??mara do Rei n??o recebe o poderoso V- da pir??mide porque n??o est?? em seu eixo vertical; recebe, por??m, o misterioso raio Pi descoberto por Enel e o V- (de menor pot??ncia) produzido pela pilha de quatro lages de granito existente acima do sarc??fago a?? colocado.

Classificada pelos antigos como uma das sete maravilhas do mundo, a Grande Pir??mide causa admira????o a todos que a v??em ou dela ouvem falar h?? mais de 4.000 anos, seja pela impon??ncia de sua dimens??o, seja pelo mist??rio da raz??o que motivou sua constru????o. Situada na margem oeste do rio Nilo, perto da cidade do Cairo, erguem-se 10 pir??mides de pedra, sendo tr??s delas de imponentes dimens??es. A maior de todas foi edificada em 2650 a.C. a mando do rei Khufu, conhecido como Qu??ops, resultado da translitera????o errada de seu nome feita pelos gregos. A primeira pir??mide data de 2780 a.C. e foi constru??do durante o reinado de Zoser, projetada por seu vizir Imhotep, misto de sacerdote, cirurgi??o, arquiteto e fil??sofo, hoje tido como uma figura quase m??tica. A pir??mide escalonada de Zoser deve seu nome ao fato de ser basicamente uma mastaba com outras cinco menores empilhadas em cima. Ao todo podem ser encontradas mais de 70 pir??mides em toda a regi??o pela qual se espalhou a civiliza????o eg??pcia. Boa parte delas encontram-se reduzidas a um amontoado desfeito de pedras. O m??todo de constru????o em alguns casos foi o respons??vel pelo desmoronamento do edif??cio, j?? que algumas pir??mides foram erguidas a partir de um morro de terra revestido externamente de pedra ou de tijolos, enquanto outras foram destru??das atrav??s dos s??culos sendo seus materiais utilizados na constru????o de edif??cios mais novos. Um exemplo vivo disso s??o as grandes mesquitas do Cairo, constru??das com as pedras do revestimento externo da grande pir??mide de Giz??.

Calcula-se que cerca de 100.000 pedras foram retiradas da grande pir??mide, permanecendo no local cerca de 2.200.000 blocos de calc??rio, em sua maioria pesando algo em torno de 2,5 toneladas e alguns grandes blocos atingindo perto de 12 toneladas. Hoje ?? dif??cil entender como um grupo de trabalhadores, apenas munidos de ferramentas de bronze, n??o fazendo uso de tra????o animal nem de rodas, puderam talhar com perfei????o a impressionante quantidade de pedras, desloc??-las apenas usando tren??s de madeira e i????-las cada vez mais alto, mais alto, at?? 130 metros. Face ao inexplic??vel, as mais bizarras hip??teses foram levantadas. Erik Von D??niken acredita em obra de extraterrestres. ?? no m??nimo engra??ado pensar em algu??m vir de um planeta distante para ficar construindo pir??mides maci??as de pedra no ent??o primitivo planeta Terra. ??ta ET maluco.

De autor para autor existem varia????es quanto ??s dimens??es da Grande Pir??mide. Os n??meros seguintes s??o aproximados, resultado de pequenas varia????es de c??lculo em fun????o do mau estado da pir??mide. A base ?? um quadrado com 230,27 m de lado, havendo uma varia????o de cerca de 0,20 m do lado maior para o menor. A altura atual ?? de 137,46 m.

O n??mero-chave que presidiu a constru????o da Grande Pir??mide ?? o Phi ou n??mero do Ouro ou Se????o ??urea, que pode ser obtido matematicamente ??5+1/2= 1,618033, ou pela constante da divis??o de uma s??rie Fibonacci. A natureza nos mostra nas mais variadas formas a exist??ncia desse n??mero. Ele est?? presente na propor????o das folhas de plantas, de certos animais etc.