Marcel Vogel

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O que aconteceria se a prova esquiva de energia ps??quica fosse finalmente estabelecida? Que mudan??as aconteceriam na nossa cultura se a ci??ncia de repente cedesse na sua tentativa de compreens??o como ocorreu na sua exig??ncia de provas? Seria tal prova suficiente para despertar uma na????o adormecida para o saber que ela tem se transformado atrav??s de uma defici??ncia parcial com for??a m??xima? E finalmente: Iremos ver o dia em que at?? o mais c??ptico aceitar?? o fato que sua mente sozinha ?? suficiente para cur??-lo de suas doen??as, e que as bases sobre as quais sua realidade ?? constitu??da consiste num aglomerado de inten????es e suposi????es?

Se Marcel Vogel est?? certo, poderemos em breve descobrir se este cen??rio aparecer??. De acordo com Vogel, o primeiro passo – a prova – n??o est?? longe. Quando chegar, ele diz, chegar?? do seu laborat??rio de pesquisa em San Jose, PRI.

Vogel ?? n??o apenas sincero em sua afirma????o, mas tamb??m confiante ??? muito, muito confiante ??? o tipo de confian??a necess??ria para convencer a Universidade de Stanford, IBM e The Arthritis Foundation a doar instrumentos cient??ficos para provar que ci??ncia e metaf??sica s??o intr??nsicamente compat??veis. E Marcel Vogel tem raz??o de estar confiante quando tem uma s??rie de carreiras brilhantes que incluem: qu??mico, inventor, fabricante e cientista.

Mas em sua an??lise final, n??o s??o suas conquistas que d??o a Vogel confian??a. Ao contr??rio, tanto conquistas como confian??a nascem de uma fonte muito mais b??sica ??? f??. Um devoto apesar de iconocl??stico, cat??lico, a f?? de Vogel ?? parte de seu processo.

Vogel diz que endossa e acredita que por tudo que voc?? ora, se ?? o que voc?? quer dizer,ser?? conseguido. Pe??a e voc?? saber??; procure e voc?? encontrar??; bata e a porta ser?? aberta. Essas s??o as tr??s afirma????es que Cristo fez, e eu tento colocar em pr??tica minha vida toda.

Lembrando-se de um marco que ocorreu no in??cio de sua vida, Vogel diz que quando era jovem ele ia ?? missa, sentava-se e meditava sobre o sentido de estar vivo: Qual era o significado de sua exist??ncia? O que eu faria com minha vida? E meditei dos seis aos onze anos. Finalmente, uma manh?? ap??s a missa, uma voz falou dentro de mim: Voc?? vai ser qu??mico ??? um qu??mico fosf??rico. Voc?? vai construir sua pr??pria corpora????o e depois vai desenvolver um trabalho fundamental sobre fosf??ricos.

Ent??o, aos onze anos Marcel Vogel ganhou um conjunto de qu??mica e um ano depois ele tinha um laborat??rio completo. Come??ou como uma fascina????o infantil com vaga-lumes, a f?? o empurrou rumo ?? descoberta aos onze anos de que um componente sint??tico que produzia a qu??mica luminescente que acendia a luz do vaga-lume. Antes do advento das l??mpadas florescentes Vogel j?? havia produzido um conjunto de fosf??ricos que produzia luz em forma tubular.

Seguindo essa vis??o original, Vogel entrou para a Universidade de San Francisco para estudar qu??mica fosf??rica apenas para descobrir que n??o havia um curso de instru????o estabelecido. Ent??o, Vogel continuou a se instruir estudando a informa????o dispon??vel que achou inicialmente em tradu????es de publica????es cient??ficas alem??s. Em 1940 Vogel conheceu o Dr. Peter Pringsheim, um refugiado alem??o que era professor da Universidade da Calif??rnia. Foi com o Dr. Pringsheim que Vogel terminou seus estudos. Dois anos mais tarde Vogel e Pringsheim publicaram o livro que predizia sua vis??o: ”The Luminescence of Liquids and Solids and their Practical Applications” que teve tr??s edi????es e foi traduzido em alem??o em 1950.

Vogel deparou com o segundo requerimento de sua vis??o em 1944, quando estabeleceu The Vogel Luminescent Corp. que desenvolveu, entre outras coisas, a cor vermelha usada em Tvs coloridas, tintas fluorescentes, tintas e tipos de p??.

Em colabora????o com Ralfh Flores e Dan Johnson, Vogel desenvolveu uma prote????o magn??tica para os discos r??gidos da IBM que ainda s??o usados pela empresa.

Em meados dos anos 50, Vogel vendeu sua companhia e foi trabalhar tempo integral para IBM, estando suas pesquisas concentradas em inova????es pioneiras em magn??ticos, equipamentos ??tico-el??tricos e sistemas de cristal l??quido. Quando Vogel se desligou da IBM ap??s 27 anos e criou a Phychic Research Inc. (pesquisa ps??quica), sua corpora????o sem fins lucrativos voltada para o estudo de energias normalmente chamadas metaf??sicas, ele havia acumulado cem patentes.

A transforma????o de Vogel de cientista racional para espiritual come??ou na IBM durante a prepara????o de um curso que ele deu para empregados sobre criatividade. Enquanto preparava o curso, deparou com dois artigos intrigantes sobre o trabalho de Cleve Backster com plantas, um na Argosy Magazine entitulado ???Plantas tem emo????es???? e o outro no Popular Electronics que inclu??a um diafragma para o aparelho que podia medir rea????es el??tricas quimicamente induzidas emitidas por plantas.

O que Vogel descobriu em suas experi??ncias mais antigas, foi que seu instrumento media mais rea????o das plantas quando ele pensava em queimar, despeda??ar ou desenraiz??-las do que quando executava as tarefas.

Experimentos posteriores o levaram a resultados mais chocantes: pegando tr??s folhas de olmo (??rvore), Vogel colocava-as lado a lado em um prato de vidro em sua casa. Cada dia ele se concentrava em duas das folhas ??? enviando-lhes amor e desejo de bem estar ??? enquanto ignorava a terceira. Depois de uma semana, a folha que ele ignorou estava marrom e murcha, enquanto a ??nica diferen??a not??vel entre as plantas que ele se comunicou desde que as apanhou era que os caules pareciam estar se curando, refazendo.

Outros experimentos revelaram que apenas atrav??s do pensamento ele descobriu que podia fazer a planta registrar at?? 8.000milhas. Em um experimento, ele ligou duas plantas ao mesmo aparelho. Ele tirou uma folha de uma planta e descobriu que a segunda planta respondia ao ataque da primeira, mas s?? se ele estivesse prestando aten????o. Parecia ser sua pr??pria rea????o mental. Parecia ser sua pr??pria resposta mental que estava sendo gravada atrav??s das plantas, como se as plantas refletissem sua pr??pria consci??ncia. Vogel estava convencido que as experi??ncias estavam revelando um m??todo de guardar energia ??? delicada energia ps??quica. As plantas eram como baterias para seus pr??prios pensamento e inten????es.

Sobre esse per??odo de sua vida, Vogel diz que finalmente ensinou a ele li????es que precisava aprender. H?? energia conectada com pensamento. Quando algu??m pulsa o pensamento de algu??m, a energia torna-se coerente, e essa coer??ncia de pensamento tem o poder de um laser.

Ap??s experi??ncias extensivas usando plantas conectadas a Ponte Wheatstone como aparelho medidor (que mede resist??ncia el??trica comparando uma resist??ncia conhecida com uma desconhecida), Vogel aprendeu que quando se expira lentamente de maneira natural, os instrumentos mostram pouca atividade. Mas quando prende-se o ar e solta-o de maneira brusca ??? a pulsa????o da respira????o das narinas ??? a carga ?? induzida a adquirir qualidade de laser. A agulha que mede a atividade iria praticamente sair do gr??fico. Depois descobriu que a dist??ncia de 10, 20 e at?? 100 p??s n??o diminu??a a carga. Aparentemente ele superou a lei do quadrado inverso (o quadrado da dist??ncia ?? inversamente proporcional ?? influ??ncia de dois corpos agindo um no outro) e foi testemunha de um novo tipo de transforma????o de energia. A respira????o parecia ser a chave.

Das duas polaridades distintas envolvidas na respira????o, a inspirar??o traz carga para o corpo enquanto a expira????o descarrega uma polaridade oposta. Cientificamente, inspirar??o traz oxig??nio para o sangue formando oxihemoglobina e expira????o libera di??xido de carbono. Contudo num n??vel esot??rico, Vogel acredita que inspira????o tamb??m traz a for??a da vida, enquanto a expira????o libera o poder de pensamento.

?? dif??cil discutir que pelo menos a express??o dos nossos pensamentos ?? alcan??ada atrav??s da expira????o. Se voc?? duvida tente conversar apenas enquanto inspira.

O trabalho de Vogel com plantas tornou-o um tipo de celebridade com apari????es na televis??o para uma vis??o detalhada do seu trabalho em um livro popular de 1973, The secret life of Plants de Peter Tompkins e Christofer Bird. Mas, ainda que ele n??o tivesse consci??ncia, estava pronto para se mover em dire????o a uma ??rea nova de estudo ??? o mito escondido de cristais e o efeito que eles tem na consci??ncia humana.

Apesar de Vogel estar envolvido em pesquisas extensivas com cristal l??quido, seu primeiro encontro com quartzo natural n??o aconteceu at?? 1974 depois da palestra que deu sobre pesquisa com plantas na ???Church of Religious Science??? em Los Angeles. Ap??s a palestra uma mulher se aproximou e se apresentou como Dra. McKistry. Ela contou que tinha cristais de quartzo que tinham a peculiaridade de vibrar quando segurados na m??o.

N??o impressionado com isso, Vogel concordou em aceitar uma amostra para experimento. Quando o cristal chegou em seu laborat??rio em San Jose, Vogel descobriu que a anima????o da Dra. McKistry era mais que justificada. Ele se lembra de ter pego o cristal mandado por ela, segurou-o na m??o, inspirou e apontou o cristal em dire????o a um amigo, Chuck McNosa. Enquanto pulsou a respira????o, uma carga passou atrav??s do cristal e dentro deste homem. Sua cabe??a foi para tr??s e ele entrou em estado alterado de consci??ncia. Aquele foi seu primeiro encontro com o cristal. Ele disse: ???Isso ?? para os p??ssaros. Eu n??o quero ter nada a ver com isso.???

Ele que inicialmente n??o queria trabalhar com cristal, eventualmente ultrapassou essa hesita????o e se concentrou em pesquisa de cristal de quartzo desde ent??o, pesquisa que Vogel descreve com longa e cansativa viagem de lutas.

Depois de trabalhar com cristais naturais, Vogel logo encontrou as limita????es. Os cristais n??o eram suficientemente l??gicos considerando o campo que vem da mente e corpo de uma pessoa. Ele achou que cortando e facetando quartzo natural podia ser ampliada a capacidade potencial de armazenagem de informa????o. Atrav??s da analogia de um rubi, Vogel explica o valor de cortar e facetar: ???Um rubi natural (cromo ??xido de alum??nio) ?? um peda??o de pedra sem descri????o, mas numa m??quina de lapidar voc?? produz a gema. Agora voc?? d?? um passo adiante. Pegue o mesmo rubi, corte cuidadosamente e tente poli-lo dentro de um cilindro, coloque janelas do queimador para que a luz jogada dentro seja refletida para frente e para tr??s e voc?? tem um laser ??? um laser de rubi. Coloque energia dentro desse laser e a energia ampliada que ?? produzida pode cortar um diamante ou fazer um buraco em a??o. ?? a mesma luz, s?? que ampliada. A mesma coisa acontece com esses cristais. A natureza criou a estrutura b??sica mas o homem cria um padr??o que facilita o uso.

Vogel decidiu que se ele continuasse trabalhando com cristais de quartzo, ele teria que achar um meio de ampliar e concentrar um campo de energia para poder medi-lo. Longas pesquisas o levaram a poucas descobertas t??cnicas, mas Vogel n??o desanimou. Ele j?? tinha deparado com o mesmo tipo de dificuldade anteriormente em seu trabalho sobre luminesc??ncia. N??o era a primeira vez que tinha que se colocar num processo rigoroso de auto educa????o. Para encontrar as informa????es necess??rias, Vogel seguiu o mesmo processo usado com sucesso no seu laborat??rio de trabalho: ???eu fa??o perguntas. Escrevo-as em um caderno. Medito sobre elas, vou a missa e rezo para entender claramente o que eu tenho que fazer???.

Ele enfatiza a import??ncia de relaxar quanto ??s expectativas que ele afirma s?? limitarem o progresso. ???O objetivo??? ele diz ????? ser infantil???. Cristo disse, deixem vir a mim as criancinhas pois delas ?? o reino dos c??us… Bem, o que ?? o reino dos c??us? ?? aquilo que est?? dentro de voc?? e de mim. ?? a libera????o do tempo e espa??o. ?? o encontro com o agora eterno.

???Quando trabalho num estado infantil???, ele diz, ???eu me afasto do tempo.

Apenas sou absorvido no que fa??o e quando, eu respiro, sento-me e analiso usando minhas faculdades que significa todo o armazenamento de informa????es no meu c??rebro ??? as faculdades sensoriais que desenvolvi e me pergunto: O que eu aprendi? Como posso utilizar isso? O que preciso fazer para medir isso?

Ent??o eu vou trabalhar. N??o h?? conflito. N??s n??o usamos as duas faculdades simultaneamente, sen??o h?? distor????o do ponto de vista que chamamos de realidade. Voc?? luta com dois fatores diferentes. Um n??o tem tempo ou espa??o. No outro n??s criamos tempo juntando nossas mentes com o objetivo e observamos isso de maneira sistem??tica e progressiva. Fa??o o mesmo usando o microsc??pio, e realmente aprendi nesses 27 anos de trabalho, com o microsc??pio para atuar em ambas as dimens??es. Primeiro eu arrumo a m??quina fotogr??fica e o equipamento e tenho as fontes de luz do jeito que quero. Depois de conseguir isso, olho o objeto de estudo e pergunto: ???O que devo ver????. Ent??o deixo minha imagina????o fluir. Come??o a ajustar o equipamento como se estivesse sonhando???.

Esse ???estado de sonho??? deu a resposta para a procura de Vogel pelo melhor meio de cortar e facetar o quartzo. ???Uma manh?? eu acordei , e neste estado sonolento eu vi a forma. Parecia ser ??? voc?? pode chamar de sonho ou vis??o. Fiquei defronte o olho da minha mente durante minutos, n??o apenas uma fra????o de segundos. Sem palavras. Nada. Apenas a imagem. Apesar de n??o saber nada sobre cabala, eu vi a ??rvore da Vida???.

Com esse problema resolvido, o trabalho dif??cil de tecnicamente fazer isso para a forma f??sica come??ou. Ele levou um ano para cortar e moer um cristal na propor????o da ??rvore da Vida. No final daquele ano, produziu a partir do quartzo um precioso instrumento capaz de converter a carga n??o encontrada no espectro eletromagn??tico, na freq????ncia que podia ser observada e medida de um ponto de vista el??trico, ou seja, um transformador que torna poss??vel medir energia ps??quica sutil. Essa medi????o ?? conseguida atrav??s do uso de espectrofotometria ultravioleta para determinar a carga ou propor????o de vibra????o da agu??. O espectrofot??metro ?? um instrumento ??tico usado para medir e comparar a intensidade da luz ou outra radia????o separadas de acordo com o comprimento das ondas, freq????ncia ou energia.

O volume de ??gua simples que ?? trazida de fontes do subsolo ou reservat??rios fundos, tem suas pr??prias caracter??sticas. Quando o cristal recebe a carga e a massa de ??gua gira em torno do cristal, a ??gua tira a carga do cristal e quando essa ??gua ???estruturada??? ?? medida, a carga mostra que o novo conjunto de faixas na regi??o ultravioleta entre 3 ou 4.000 angstrom (a unidade 1/100.000.000 cm usado na medi????o da extens??o das ondas de luz) que n??o apareceu no volume de ??gua desenvolvida atrav??s da transfer??ncia de pensamento do cristal para ??gua. Essas mudan??as s??o permanentes, o que significa que posso pegar essa ??gua um dia, uma semana ou um m??s depois e vou ver o mesmo espectro.

O que Vogel descobriu depois de dez anos de estudo foi que os cristais de quatro, seis e oito lados, com dupla termina????o que fez a partir da sua vis??o da ??rvore da Vida, ressonam ou vibram do mesmo modo que a ??gua. Segundo Vogel isso ?? importante porque a ??gua ?? o elemento da vida, e quando voc?? corta um cristal e harmoniza-o com uma mol??cula de ??gua, voc?? tem o canal prim??rio de comunica????o, indo ao canal sangu??neo que ?? essencialmente ??gua e injetando a vibra????o ou padr??o que o corpo precisa para se reconstruir, reestruturando e reformando o que ?? necess??rio.

A maior descoberta que fizemos no nosso laborat??rio em San Jose ?? que voc?? pode pegar o cristal, modific??-lo, colocar carga, e conseguir que oscile e mentalmente programar o cristal como quiser. Pode ser amor de dentro do seu cora????o. Pode ser um floral de Bach, um rem??dio homeop??tico ou outra forma de medica????o. Essa vibra????o, agora no cristal, pode ser diretamente transferida para a ??gua.

Segundo Vogel ??gua ?? o rem??dio do futuro. Falamos de ??gua vital; de ??gua benta; ??gua de Lourdes e de fontes sagradas. Considera cada uma dessas afirma????es verdadeiras. Quando estudou ??gua de v??rios locais sagrados, encontrou a estrutura na ??gua, que ?? ??nica no volume. Pegou uma amostra de fontes sagradas na Hungria, e exibe um n??vel da energia que transcende tudo que j?? se viu. Pegou uma gota e colocou na ??gua de osmose inversa, e toda a ??gua recebeu a carga da gota original da ??gua h??ngara.

???O que estamos vendo ?? a espinha dorsal de uma ci??ncia e tecnologia completamente novas. No futuro, pegaremos ??gua e a programaremos para ser propagadora de sa??de???.

Vogel descobriu que a energia da mente projetada num cristal vai estruturar a ??gua como se estivesse congelada, ???no processo de cristaliza????o no gelo, a ??gua exibe todos os padr??es do mundo cristalogr??fico???. H?? sete classes cristalogr??ficas principais que conhecemos na natureza e todas podem ser formadas em cristais de gelo. Vogel diz que ?? a personifica????o numa part??cula de mat??ria de tudo que existe.

Quando estruturada com a mente e pensamento atrav??s do cristal, a ??gua (ao contr??rio do gelo) continua em estado l??quido. De acordo com Vogel ???um padr??o an??logo ?? constitu??do no espa??o para receber atrav??s de vibra????es, transfer??ncia de resson??ncia, a energia contida no cristal???. O que acontece ?? que a estrutura????o da ??gua for??a a extens??o localizada de um ??tomo de hidrog??nio. ???Quando voc?? estica alguma coisa???, diz ele, ???voc?? aumenta a energia. Aumente a rota????o e aumenta a energia potencial. Quando a ??gua ?? estruturada com pensamentos ela se mant??m fluida mas estruturada. ?? organizada, carrega informa????es e leva apenas um minuto a mais de carga para liberar sua energia. Quando voc?? deixa a mol??cula de ??gua agitada e aumenta a elasticidade, ela pode acrescentar no seu corpo: luz como um f??ton na regi??o ultravioleta; pode liberar energia em forma de calor e pode vibrar emitindo um som.

Luz, ??gua e som ??? s??o os transportadores de informa????o da natureza. Poderia ser, Vogel imaginava, que a capacidade de cura atribu??da aos tambores xaman??sticos usam esse processo da natureza para levar o campo de energia ao canal sangu??neo. Experi??ncias revelaram que a batida do tambor estrutura a ??gua. ???Quando voc?? combina a batida do tambor com o cristal???, diz Vogel, ???um conjunto adicional de faixas aparecem no espectrofot??metro. Um c??digo adicional de informa????o ?? criado. Todo seu corpo ?? estruturado quando voc?? lida com os tambores xaman??sticos.

Muito antes, em 1961, Vogel descobriu que os cristais aumentavam quando aplicava-se som neles. Quando encontrou a nota para uma classe particular de cristais ele desejou que crescessem e tocou a nota, o cristal cresceu perfeitamente. ???Eu tenho um ??nico cristal incr??vel com todas as facetas desenvolvidas no exato padr??o de simetria e forma. H?? algo al??m da pura vibra????o, e chamo isso de alma do cristal. ?? uma inicia????o de uma for??a de vida que faz a mat??ria ter vida. ?? ai que entra o som.

?? um processo iniciat??rio. Quando voc?? toca a nota correta, o cristal come??a a bater de forma sim??trica e as c??lulas mudam de lugar e come??am a construir o espiral da forma da vida do cristal.

Para Vogel o crescimento de um cristal n??o ?? algo milagroso, ou uma planta inerente de mat??ria que reflete as palavras do g??nesis: ???Falamos que o homem foi feito a imagem e semelhan??a de Deus. Voc?? pode ver isso em a????o quando voc?? faz crescer o cristal. Tenho milhares deles. ?? a coisa mais excitante na qual voc?? pode se envolver???. Esse processo envolve desenvolver uma semente de cristal deixando a mat??ria no estado de solu????o. Sal (que ?? um cristal) ?? dissolvido na ??gua. Quando est?? em solu????o ?? claro e transparente. A luz passa atrav??s com distor????o, exceto a refra????o normal do copo de vidro onde repousa. A ??gua ?? ent??o evaporada at?? um estado de super satura????o, que quer dizer que as mol??culas de cloreto de s??dio se movendo na ??gua est??o ficando mais pr??ximas.

Finalmente, a super satura????o se d?? quando as mol??cula come??am a trombar umas nas outras. O espa??o livre ?? reduzido e elas trombam. Quando isso ocorre energia ?? trocada e no pr??ximo momento, quando trombam, se fundem. Se agrupam e ocorre a precipita????o. A precipita????o ?? policristal (significa muitas dire????es diferentes). A seguir uma part??cula policristalina ?? colocada na ponta de um fio de prata ou cobre e ?? colocada numa solu????o saturada. Vogel diz, ???Essas mol??culas est??o juntas mas n??o trombam umas nas outras. No momento que voc?? coloca o cristal, a faceta mais externa dissolve e de repente algo not??vel acontece: daquela do cristal, uma informa????o foi transportada para o fluido, ???Eu estou pronto para crescer???.

Isso libera a consci??ncia. Depois, enquanto voc?? mant??m sua temperatura constante, a coisa come??a a crescer uma c??lula de cada vez.

???Um cristal ?? uma reuni??o de mol??culas que forma a unidade de c??lula de sua identidade no espa??o e a partir daquela c??lula ?? dada uma consci??ncia. Uma vez que essa consci??ncia entra a c??lula leva a ela a r??plica de sua imagem.???

Enquanto a unidade de c??lula de cloreto de s??dio ?? c??bica (com 04 lados), quartzo tem forma hexagonal (com 06 lados). Quartzo cresce num espiral a partir do centro de uma part??cula de s??lica no n??cleo. Enquanto o espiral aparece o quartzo acaba de formar uma faceta. Esse processo continua at?? que sua mem??ria ?? realizada e todas as seis facetas s??o formadas. Assim se completa o crescimento do cristal. Vogel diz: ???Tem que chegar ao fim da vida. Seu trabalho foi feito, e ?? hora de seguir em frente. Deixa a casca ??? o que sobrou do crescimento ??? que chamamos de cristal de quartzo.

???Para devolver a vida ao cristal, s?? precisa respirar nele. Respira????o inicia a vibra????o, a oscila????o que trouxe o cristal ?? vida. Essa ?? uma afirma????o importante porque o cristal fica exaurido???. A energia enfraquece e algu??m precisa revigor??-lo ou recarregar a bateria.

???O primeiro passo ?? limpar o cristal das vibra????es anteriores ou, quando apenas armazenado, as vibra????es aumentam no cristal. Isso ?? feito segurando as pontas do cristal na m??o entre o polegar e o dedo do meio. Coloca-se dois dedos da outra m??o em duas facetas opostas, respira e expira-se atrav??s das narinas. Voc?? ent??o faz o mesmo com o outro par de faces. Funciona assim com cristais de quatro lados. Se o cristal for cortado em mais facetas, fa??a o mesmo com cada par. O cristal est?? limpo. Podemos medir essa claridade com a instrumenta????o que temos no laborat??rio, e descobrir a vibra????o fundamental do cristal que ?? 454.

A pr??xima fase ?? pegar o cristal e faz??-lo rodar na m??o. Enquanto faz isso voc?? coloca carrega o cristal. Voc?? rola o cristal com a ponta maior para cima e o menor ??ngulo para baixo. A rota????o ?? no sentido hor??rio, para a direita, at?? sentir que o cristal tornou-se pegajoso, quer dizer, voc?? esfrega-o com os dedos e aumenta a fric????o e viscosidade. Ent??o inspire e segure o cristal na m??o com a ponta maior para cima com o dedo indicador posicionado em uma das facetas da ponta operante (maior) e os outros dedos em volta do cristal. Solte o ar pelas narinas. Uma pessoa sens??vel sentir?? a pulsa????o entre o polegar e o dedo do meio, como uma batida do cora????o. Isso pode n??o ocorrer com todos, mas todos podem sentir o seguinte:

???Depois que tiver carregado o cristal, coloque o dedo indicador no cristal, inspire e solte o ar. Voc?? ver?? que o seu dedo gruda no cristal. Inspire enquanto olha o cristal, e o dedo se soltar?? e come??ar?? a se mover livremente. Solte o ar enquanto olha o cristal, e ele gruda. Concentrando, a pessoa puxa a carga com a respira????o e libera com a sa??da do ar. Quando algu??m se afasta de suas inten????es, isso n??o ocorre. O cristal funciona por si s??, oscila, e a pessoa pode trabalhar com a carga atrav??s dos dedos. Repito cuidadosamente: Quando algu??m se concentra no cristal, pode-se puxar com inten????o o ar (inspira????o), a carga fora do cristal e com o ar que sai (expira????o), voc?? aplica a carga. ?? com a inspira????o intencional que voc?? aumenta a carga e cria padr??es que s??o necess??rios liberar, equilibrar e curar o corpo de um indiv??duo.

O dedo indicador, posicionado em um dos lados inclinados da ponta menor, pode ser visto com um controle obturador (que regula a luz). O movimento desse dedo para tr??s e para frente vai causar o alargamento e diminui????o do campo; enquanto move-se o dedo para baixo em dire????o ?? ponta, o campo fica mais baixo. Traga-o de volta para longe da ponta, e o campo torna-se maior. Pode-se tamb??m utilizar o dedo como um sensor. Ent??o o dedo tem fun????o dupla: uma, controlar o volume da carga; segundo, um sensor para a carga que est?? fluindo ou n??o. O polegar e o dedo do meio agem como dirigentes da energia que algu??m deseja liberar ou puxar da pessoa.

???Quando voc?? inspira, aperte o cristal e solte o ar, fa??a um movimento com a m??o. Quando os dedos convulsionarem, uma carga adicional ?? criada dentro do cristal. Quando voc?? aperta o cristal, a press??o ?? convertida em carga el??trica???.

???Enquanto estiver limpando o cristal, seus pensamentos devem ser voltados para a limpeza do cristal. ?? sua inten????o que produz o resultado. Para revisar: carregue o cristal rolando-o at?? que voc?? se sinta o cristal ficar pegajoso, depois inspire, crie a imagem do cristal na sua mente e expire com os olhos fechados???.

Vogel trabalhou extensivamente com cristais como instrumento de cura. Ele acredita que eles s??o particularmente ??teis na libera????o de campos prejudiciais de energia que cercam o corpo que por sua vez facilitam a cura de uma variedade de doen??as. O conceito de Vogel de Medicina Transformacional come??a a tomar forma em 1980, quando Dr. Tamg, um m??dico de San Francisco, pediu que conversasse com alguns outros m??dicos. Vogel diz: ???h?? cerca de vinte m??dicos. Eles trouxeram todos os tipos de pacientes que voc?? possa imaginar, com doen??as que v??o de c??ncer a Mal de Parkinson. Uma pessoa que era cega deixou a sala enxergando. Um homem com press??o sangu??nea alta teve queda de press??o para n??vel normal em minutos???. Muitos m??dicos ficaram t??o impressionados que continuaram a trabalhar com Vogel seis anos depois.

???O ponto principal do trabalho com esses cristais???, diz Vogel, ????? a gl??ndula Timo que controla a atividade imunol??gica do corpo. A gl??ndula se localiza a baixo do externo, no meio do peito. Para ativar a gl??ndula, voc?? d?? uma pancada. Fa??a isso v??rias vezes at?? ouvir um som oco. Coloque um cristal carregado pr??ximo a gl??ndula movendo-o em rota????o no sentido hor??rio. Pare entre 3,8 a 5,1 cm de dist??ncia e gire-o lentamente em sentido hor??rio at?? sentir uma resist??ncia.

Sobre sua t??cnica de cura Vogel diz, ???Eu quero encontrar o correto espa??o entre o corpo f??sico e o delicado, ou corpo et??reo. Quero estar no corpo et??reo, n??o no et??reo duplo que ?? cerca de 1,27 cm fora do corpo energ??tico. Agora ou procuro para cima e para baixo e na dire????o transversa at?? eu achar o ponto de resist??ncia que define o corpo delicado, e especialmente a energia emanando da gl??ndula Timo. Seguro firme o cristal e giro minha m??o livre at?? que eu possa chegar no ponto m??ximo de resist??ncia. Quando fa??o isso sinto uma vibra????o que acontece na minha m??o esquerda. Quando o fluxo de carga aparece, o cristal pulsa no ritmo exato do que acontece na minha m??o esquerda???. Isso pode levar alguns segundos ou minutos, mas Vogel diz que ?? necess??rio paci??ncia para segurar firme o cristal, e esperar que a pessoa recebendo o tratamento reconhe??a que sente um fluxo de energia passando por seus corpos. ???N??o h?? controle da minha respira????o ou da deles. ?? meramente o caso de estabelecer um elo energ??tico entre mim e o corpo da pessoa e minha outra m??o. Uma vez que a energia come??a a fluir ent??o eu come??o a respirar???..

???Quando eu entro no corpo da pessoa e me ligo a ela, inspiro e lentamente libero o ar at?? chegar a metade da respira????o e eu seguro a respira????o. Se a pessoa n??o consegue fazer a liga????o com a respira????o, eu relaxo, libero o ar, solto-o atrav??s das narinas e tento novamente. O aumento da carga e a liga????o com a pessoa se d??o segurando a respira????o. Quando sinto um movimento de carga que a outra pessoa reconhece, eu sincronizo minha respira????o com a respira????o da pessoa. Pe??o a pessoa para inspirar, inicio um movimento para cima e para baixo e expiro.

Sincronizo minha respira????o com a do paciente. Enquanto inspiro e expiro tenho pensamentos de bem estar, amor e paz. Quando estou pronto para a pr??xima fase, geralmente digo, ???Paz esteja com voc??. Que sua mente, cora????o e esp??rito tornem-se um s?????. Ent??o, o corpo do paciente come??a a balan??ar, e a se conectar a essas vibra????es, eu vou para a pr??xima fase ??? a fase da conex??o.

???Na fase da conex??o eu come??o a girar numa espiral para a direita, sincronizando ambas as m??os. Isso funciona como um saca rolhas energ??tico. Digo para o paciente respirar e eu vou com ele na sua mente e cora????o em dire????o ?? ??rea do corpo que precisa ser tratada. Visualizo a raiz, a causa, a fonte do desconforto que ele est?? sentindo naquela ??rea???.

???Eu vou at?? a fonte do problema e me concentro nela. Aumento o tempo e intensidade da minha voz, e libero. Fecho minha m??o esquerda, dou um tapa afastando do corpo e para baixo com minha m??o direita. E nesse ato simult??neo de voz, intensidade, empurrando com minha m??o esquerda e estalando com minha direita eu quebro o padr??o que est?? preso no osso, no tecido e psique do indiv??duo. O padr??o do passado ?? destru??do. Normalmente fa??o isso tr??s vezes. Isso normalmente limpa uma ??rea completa. Ent??o eu inicio o processo de fechamento e cura. ???Eu inspiro e vejo uma luz e penso bem de mim. Respiro novamente e me encontro com meu corpo, mente e esp??rito. Mantenho esse estado at?? que sinto o corpo do paciente relaxar totalmente. Se h?? problemas maiores em outras partes do corpo, inicio o seguinte processo: eu inspiro e respiro ligando todos os ch??kras em um grande ovo. Fa??o isso duas ou tr??s vezes e retorno ao Timo. Mais devagar coloco o cristal sobre o Timo e coloco a minha outra m??o em contato. ?? a primeira vez que realmente tenho contato com o corpo. Agora com minhas m??os nas costas do paciente bato no tecido. Normalmente, quando o tratamento funciona, o tecido fica macio e falta vitalidade. Enquanto inspiro e expiro, pensando bem sobre a pessoa, toco o tecido e assim que a tonalidade volta, inspiro segurando o ar, e solto; est?? feito o trabalho???.

???O mais importante, eu acho, ?? que a totalidade do tratamento ?? uma express??o de amor. Abra??o a pessoa e digo, Voc?? ?? uma pessoa maravilhosa. Te dou meu amor.???

Para se tratar com o cristal, Vogel sugere segurar uma ponta com a m??o esquerda e a outra ponta com a m??o direita, colocando uma faceta para cima para que voc?? possa olha-la diretamente. Respire profundamente e libere o ar pelas narinas, girando sucessivamente cada par de facetas. Segundo Vogel isso d?? um movimento de carga criando equil??brio de for??a no corpo. Esse ?? o equil??brio do corpo. Enquanto segura o cristal, inspire profundamente, feche os olhos, olhe a ponta piramidal do cristal e lentamente solte o ar. Enquanto mant??m a imagem do cristal em sua mente, inspire e imagine o ar vindo atrav??s do cristal. Agora, mova mentalmente do cristal para a ??rea do seu corpo que voc?? deseja tratar e visualize-a. Quando voc?? faz contato com a ??rea que precisa de aten????o vai notar que sua m??o come??a a oscilar. Nesse ponto voc?? vai intuir o curso de a????o a seguir. Por exemplo, pode parecer ??bvio que dor de artrite ?? o resultado de raiva reprimida. Quando o ponto problema ?? localizado, inspire e imagine puxar uma luz branca atrav??s do cristal para o ponto. Inspire novamente, solte o ar lentamente e com muito amor e voc?? vai sentir o corpo come??ar a vibrar e balan??ar.

Ap??s 14 anos de estudo, Vogel admite estar apenas come??ando. Segundo ele o longo debate sobre a exist??ncia de energia ps??quica vai chegar ao fim e outra heresia cient??fica vai ser estabelecida. Quando essa prova vier, metaf??sicos e m??diuns v??o ser respeitados pelo p??blico. Mas dessa vez n??o como aqueles que relembram tradu????es antigas, mas como defensores de uma nova ci??ncia.

Uma entrevista com Marcel Vogel

Vogel: Atualmente esse ?? o laborat??rio existente de trabalhos mais intensos voltado para esse tipo de pesquisa. Estamos juntando ci??ncia e o estudo de faculdades espirituais, ou ps??quicas e avan??ando em ambos os campos. Muitas pessoas que se consideram cientistas deixam a id??ia de pesquisa espiritual ou ps??quica pendentes porque n??o podem ser medidas. Minha posi????o ?? oposta; ?? uma das qualidades medidoras. Eu observo a partir de um ponto objetivo. Eu me auto treinei como um cientista para conseguir coisas materialmente. Trabalhei na IBM por 27 anos. Eles me deram liberdade para crescer, expandir. Trabalhei em base s??lida atrav??s do treinamento dos meus pensamentos ??? para ver claramente, para pensar claramente, para observar claramente, mas acima de tudo, na minha inf??ncia, eu rezava para ter alma, cora????o e esp??rito puros, pois eu iria n??o apenas ver claramente, mas pensaria claramente sem parcialidade ou preconceitos. ?? porisso que preciso treinar pessoas para fazer porque vamos a escola e somos sujeitos a uma s??rie de limita????es. As principais limita????es que posso imaginar s??o as afirma????es que essas s??o as leis imut??veis da natureza: a primeira, a segunda e a terceira lei da termodin??mica; as leis gravitacionais de Newton; a limita????o da luz ??? que nada ?? mais r??pido que a velocidade da luz (300m/s). S??o ensinados como se fossem imut??veis; n??o s??o sujeitos a mudan??as. Ent??o, como nos ensinam, n??s n??o usamos nenhum processo criativo de pensamentos para que voc?? possa ultrapass??-los. Devido a esses ensinamentos, paramos de pensar que podemos transcender essas limita????es. Pensamento n??o ?? limitado pelo espectro eletromagn??tico. Voc?? pode ser o que quiser para pensar. Se quiser viajar para Pl??iades, voc?? pode, e experimentar o que acontece l??.

MB: Por que muitas informa????es sobre cristais parecem se contradizer?

Vogel: A maioria das pessoas que falam sobre cristais repetem o que algu??m j?? falou ou o que est?? sendo passado para eles. Contudo, n??o contesto ningu??m que esteja fazendo experi??ncias com cristais. Contesto quando tenho resultados. N??o aceito nada que acontece da primeira vez. Aceito minha experi??ncia inicial e depois contesto-a. O que ?? esta experi??ncia? O que eu aprendi? Algumas vezes passam dois ou tr??s anos antes que possa repetir a experi??ncia.

Dediquei 50 anos a cristalografia ??? fazer cristais crescer, faze-los em laborat??rio para que possa conhecer de um ponto de vista cient??fico. Tenho conhecimento do ponto de vista pr??tico, fazendo-os crescer. Quando o aspecto esot??rico veio ao meu conhecimento eu dispensei-o. N??o estava interessado. Mas finalmente aceitei e decidi que eu queria informa????es verdadeiras. Uma vez comecei a juntar essas informa????es e disse: O que posso fazer com isso? Qual ?? o valor intr??nseco? Quero ser capaz de usar isso de modo pr??tico e tentar projetar energia. Descobri como girar, como ampliar o campo da respira????o atrav??s do estudo de Yoga ??? fiz cursos intensos nessa ??rea. Minhas experi??ncias me levaram a conclus??es que h?? alguma coisa l?? que eu queria pesquisar mais profundamente. Ent??o, me perguntei: Como posso medir essa qualidade? Cerca de um m??s depois que perguntei por isso, um homem chamado Lou Perkins trouxe ?? minha casa um instrumento (Omega I) de Daniel Perkins e disse: Aqui est?? o seu instrumento. Ele sentiu o pedido telepaticamente e foi guiado a entreg??-lo, e eu recebi esse pedido.

MB: Voc?? n??o conhecia esse homem antes?

Vogel: Havia encontrado-o, dois anos antes, e ouvi sua palestra. Isso foi tudo.

MB: Ele n??o sabia de seus planos?

Vogel: N??o sabia de nada. Isso foi feito atrav??s de pura telepatia ou canaliza????o ou o nome que voc?? desejar dar a isso. Isso somente mostra o que pode fazer quando consegue consolidar sua energia e come??a a ampliar seus pensamentos.

MB: Como os cristais ajudam nesse processo?

Vogel: O que um transitor faz? Pega uma carga fraca e amplifica-a. Cristais fazem o mesmo. Pegam uma carga fraca vinda de voc?? e amplifica-a num n??vel que voc?? pode transcender. Povos antigos tinham conhecimento disso desde civiliza????es mais prim??rias. Usavam cristais para medita????o e como instrumento de transced??ncia de mentes no lugar de qu??mica e drogas. Quando voc?? usa um rem??dio, ele faz parte do seu corpo inv??lido. Quando o efeito termina, uma parte do seu corpo foi destru??da. Voc?? nunca mais ?? o mesmo depois disso.

MB: Acredito que foi Bergson que sugeriu que o efeito de drogas que alteram a mente fecham mecanismos de anteparo quimicamente induzidos, no c??rebro para que uma realidade maior que o normal possa ser sentida. Ent??o, voc?? est?? dizendo que pode fazer o mesmo sem drogas?

Vogel: Correto. Uma vez que voc?? aprende a relaxar e liberar uma parte de voc?? e se deixar mover no espa??o, voc?? pode ir onde quiser. Mas, acima de tudo, se fosse se injetar no cristal, h?? um sentido de coisa inofensiva. Voc?? se sente seguro no c??u. A?? voc?? pode come??ar a ampliar esse campo com a respira????o. Enquanto inspira e expira, voc?? amplia o seu campo at?? atingir uma certa resson??ncia. J?? vi 500, 700 pessoas e todas tiveram experi??ncias ??nicas. N??o ?? telepatia. Cada um tem sua pr??pria experi??ncia.

MB: O que aprendeu sobre a medi????o de carga que voc?? coloca no cristal?

Vogel: ?? realmente marcante. Coloco a carga no cristal, transfiro a carga para a ??gua usando um instrumento, e ambas s??o id??nticas. Tem a mesma carga. A propor????o b??sica do cristal quando corto-o ?? 454. A propor????o de ??gua que eu carrego ?? 454. Um est?? em resson??ncia com o outro.

MB: A propor????o base ?? a propor????o vibrat??ria?

Vogel: A propor????o da base vibrat??ria…a propor????o para a execu????o. ?? parecido com a fosf??rica que voc?? tem sob uma luz fluorescente. Quando voc?? aplica radia????o ultravioleta, que voc?? n??o pode ver, voc?? absorve a radia????o e desvia-a por um processo eletr??nico dentro do cristal na luz e tem luz fluorescente. Isso faz algo parecido mas n??o lidamos com luz. Lidamos com a convers??o de um campo que voc?? e eu geramos e que n??o est?? no espectro eletromagn??tico numa vibra????o que cai no campo el??trico. Quando voc?? coloca carga em um cristal eu posso liberar a carga com um desmagnetizador ??? o mesmo que voc?? usa para desmagnetizar fitas, e voc?? pode apagar a fita e voc?? n??o vai ter nada.

MB: Ent??o a carga ?? dentro e fora?

Vogel: Sim. ?? um transformador de passo alternado. O mesmo que voc?? tem para transformar eletricidade e pegar a freq????ncia de um n??vel vibracional para o outro. O cristal pegar?? a vibra????o que eu e voc?? geramos, e transformar?? naquela em que podemos observar e medir de um ponto de vista el??trico.

MB: Qual ?? o significado do n??mero de lados?

Vogel: Quanto maior o n??mero de lados mais for??a pode ser armazenada. Voc?? coloca carga no cristal e a carga pula pelas facetas, e isso determina a propor????o da vibra????o.

MB: Qual a diferen??a entre o uso de quatro ou oito espelhos na reflex??o da luz?

Vogel: O n??mero de m??ltiplas reflex??es internas. Voc?? pega e carrega o cristal, e voc?? entra nas milh??es de reflex??es internas com um cristal de oito lados e milhares com o de quatro lados.

MB:??Esse ?? o motivo pelo qual as gemas foram cortadas primeiro?

Vogel: Uma das principais raz??es, sim. Eles variam primeiro no brilho e depois nas propriedades m??gicas das pedras. Descobri algo com isso, capaz de ser um tradutor ciclo-energ??tico para transformar um campo que n??s geramos num campo eletromagn??tico.

MB: Qual ?? a diferen??a entre um cristal de cura de quatro ou seis lados e um cristal de medita????o de quatro, seis ou oito lados?

Vogel: O cristal de medita????o tem uma s?? termina????o enquanto cristais de cura tem duas para ampliar o campo. Minha energia entra e eu posso ampli??-la de modo que sai do lado oposto em um n??vel mais alto. O cristal de medita????o que tem termina????o dupla n??o ?? designado para ampliar mas para juntar a sua energia para que voc?? possa segur??-la em um certo n??vel enquanto voc?? interage mais e mais com ela. Amplifica e aumenta a id??ia de tudo o que voc?? deseja com seus sentimentos interiores.

MB: Como uma bola de cristal?

Vogel: Bem parecido. A bola de cristal cria uma imagem projetada. ?? uma lente. Voc?? projeta a imagem na sua mente e ela reflete de volta e forma a imagem no espa??o. Enquanto um cristal de medita????o puxa a energia de sua mente naquela forma para o cristal e reflete-a de volta para sua mente. Isso te d?? uma mente espelho. Voc?? pode segurar um cristal de medita????o e ouvir um professor e depois armazenar a palestra inteira no cristal e toc??-la novamente segurando o cristal na m??o e escrevendo suas anota????es. Voc?? consegue uma enorme amplifica????o da armazenagem de informa????o atrav??s do sinal do cristal. Usando um cristal natural (o oposto de um cristal cortado) h?? um sinal mais fraco porque falta a precis??o na lapida????o. Est?? como a natureza o criou. O cristal cortado ?? designado para fins espec??ficos.

MB: Algumas pessoas dizem que o cristal ?? mais potente em estado natural.

Vogel: Essa ?? uma afirma????o errada. A natureza criou a estrutura b??sica, mas o homem produz um padr??o que ?? para seu uso. Esses que dizem que o cristal ?? t??o bom est??o tecnicamente, totalmente errados .

MB: E as pessoas que est??o lidando com cristais e n??o tem dinheiro suficiente e usam cristais naturais?

Vogel: V??o se beneficiar com os cristais, com certeza.

MB: Existem propriedades diferentes em cristais naturais?

Vogel: Sim, existem, dependendo da composi????o. Eu trabalhei essencialmente com uma pedra de quartzo. Me afastei quase completamente de qualquer impureza como as ametistas, as quais s??o mangan??s ou ferro, ou outras impurezas.

MB: Eu estava pensando em termos de forma e tamanho.
Vogel: Devoto minha vida ?? forma e simetria. Vou lutar o resto da minha vida para estud??-las.

MB: Por isso se concentra no quartzo?

Vogel: Absolutamente. Eu coloco 14 anos de estudo nisso e ainda estou num per??odo muito inicial.

MB: Se algu??m quiser um cristal para um fim espec??fico, o que deve usar?

Vogel: Para que fim? Seja espec??fico. Em que est?? pensando?

MB: Qualquer fim, quer dizer: medita????o ou visualiza????o ou cura.

Vogel: Eu fiz duas formas b??sicas e elas resolvem a maioria dos problemas. Para medita????o cristais de termina????o ??nica de 4, 6 ou 8 lados e para cura cristais com dupla termina????o.

MB: Estou pensando nos leitores que possam querer usar cristal a partir do que a natureza criou onde eles moram. O que podem fazer para pegar um cristal mais adequado?

Vogel: Muito simples: pergunte ???Para que eu quero usar o cristal? Qual ?? minha inten????o???? Medite sobre isso e depois deixe suas m??o te guiarem e voc?? achar?? o cristal adequado. Voc?? vai ser levado at?? o cristal certo para voc??.

MB: Isso ?? intuitivo. E quanto a uma abordagem mais racional?

Vogel: N??o h?? abordagem mais racional.

MB: Imagine que eu quero um cristal de termina????o dupla e eu me sinto mais a vontade com um cristal natural, ou talvez eu devesse estar preocupado com a forma?

Vogel: Agora o ego entra. Voc?? est?? fazendo isso com um ponto de vista glamuroso…essas palavras que voc?? est?? usando… ou o valor intr??nseco ou a beleza intr??nseca.

MB: Ent??o, em termos de cristais com certas formas terem mais energia que os outros…

Vogel: Como voc?? sabe disso? Voc?? n??o sabe disso a menos que tenha um instrumento medidor. Posso te dizer isso.

MB: Em outras palavras, se algu??m n??o tem certeza a intui????o ?? o melhor guia?

Vogel: Sem instrumentos, sem um laborat??rio como tenho aqui, intui????o ?? seu melhor guia. ?? o seu eu superior. Se deixar a intui????o de lado e seguir o que voc?? disse: Oh, isso ?? bonito!, ou, Esse cristal ?? lindo; esse tem menos defeitos… Qual ?? o valor intr??nseco dessas afirma????es considerando o fim para que voc?? precisa do cristal? Sem o laborat??rio, sem os instrumentos, voc?? n??o tem padr??o externo.

MB: Ent??o teoricamente voc?? pode ter dois cristais, um bem grande e um bem pequeno, e o pequeno ter mais for??a?

Vogel: Esse ?? o caso. Quando comecei a trabalhar com esses cristais eu disse, ???Se eu vou usar essas coisas, como vou us??-las de uma maneira realista, honesta e acabar com o lixo, com a ilus??o, com o glamour que as pessoas adicionam ao estudo???? Ignorei esses aspectos, mas tive que trabalhar muito.

MB: Voc?? acha que o glamour ?? prejudicial?

Vogel: Sim. Com o glamour voc?? lida com um senso de valor que n??o ?? verdadeiro. Que um ?? mais bonito que o outro ?? o julgamento que voc?? faz. Alguns dos cristais mais fortes que encontrei estavam cheios de obstru????es mas a velocidade do crescimento ??? deve ser muito, muito pequena. Quanto mais denso os grupos de espa??o no cristal, menor ?? a taxa de crescimento. Eles se encaixam de maneira muito mais precisa. O cristal sint??tico feito do mesmo material ??? quartzo, n??o funciona. N??o armazena a energia de nossas mentes do mesmo modo que o quartzo natural faz. Como e porque eu n??o sei lhe dizer, mas sei disso porque eu posso medir e fazer experimentos.

Ele trabalhou nisso num instrumento cient??fico que ele chamou ???espectrocidade optoac??stica??? – opto significa luz convertida em som.

Ent??o, a folha, apenas sendo iluminada, produz um tom ou som. O som resulta da sua geometria ??? um padr??o geom??trico – e a qu??mica do material que ?? a folha. H?? todo um campo de espectrocidade que mede a convers??o da luz em som. O equipamento de De La Warr ?? o reverso. H?? geradores de tom l?? ??? tr??s ??? e a forma das ??reas de tom s??o exatas. H?? protuber??ncias de v??rias extens??es de fios que d??o um padr??o ressonante a cada um desses tons. Esses sons s??o projetados atrav??s de um magneto. Eles refletem espelhos parab??licos no plano do filme onde eles est??o ajustados para converter o som em luz.

MB: E a vibra????o do som?
Vogel: A vibra????o do som na luz que ?? captada no plano fotogr??fico. E voc?? pode produzir imagem com isso. Ent??o ?? o contr??rio que Alexander Graham Bell fez. Tenho v??rios estudos sobre esse assunto. Tenho um cat??logo completo que juntei sobre isso, incluindo patentes. Tenho as patentes Delaware que foram concedidas na Inglaterra. Veja, a mente ??? a sua e a minha ??? libera a carga ou for??a que foi captada no filme. Lembra-se de um trabalho mais antigo de Ted Serius sobre fotografia de pensamento? Bem, isso ?? muito mais preciso. ?? um instrumento projetado para fotografar a mente.

MB: Voc?? utilizou essa for??a da mente para juntar material no seu laborat??rio, para conseguir que Stanford, IBM e a Arthritis Foundation doassem equipamentos?
Vogel: Claro. Isso mesmo. Concentro minha mente em algo, rezo e mantenho uma imagem em minha frente, como nesse microsc??pio (o microsc??pio el??tron que a IBM deu a ele antes que se aposentasse). Eu esperava ser poss??vel traz??-lo comigo depois que me aposentasse, esperava mesmo. Rezei. Eu disse, se for para o meu bem e bem do trabalho que eu estava por fazer, eu gostaria de levar esse microsc??pio comigo. Depois que transformei o pensamento em um ser, fui ao gerente e disse, ???Seria poss??vel ter esse equipamento nesse trabalho que eu estarei fazendo? Voc?? poderia checar o que se pode fazer sobre isso???? Isso nunca havia sido feito. N??o havia precedentes de doa????es como essa na IBM. Ele disse, ???Tudo bem, vou ver o que posso fazer???. A resposta era essencialmente n??o porque eles n??o tinham protocolo, n??o tinham precedentes legais para isso. Ent??o eu persisti e continuei rezando. Quatro dias antes de me aposentar o presidente da IBM me chamou e disse, ???N??s gostar??amos de te dar o microsc??pio como um presente???. Mas eu fiz muitos milh??es de d??lares para a IBM. Eu criei e projetei a prote????o magn??tica para discos de mem??ria. Essa ?? uma das patentes que eu tenho. Trabalhei com fita magn??tica, cristal l??quido e todo tipo de coisa. Coloquei as coisas em a????o. Voc?? recebe as coisas pelas quais reza e se concentra.

MB: Poderia explicar como limpa cristais? Sei que ?? um procedimento simples enquanto muitas abordagens tem dura????o ritual??stica. Como voc?? chegou a conclus??o que simples respira????o…

Vogel: Eu tenho equipamento aqui para medir isso. Eu posso me auto checar. Outros tem que seguir ritual.

MB: As pessoas podem saber sem ter o equipamento?
Vogel: N??o . Esse ?? o valor do equipamento.

MB: Ent??o , no dia a dia, como algu??m vai saber quando um cristal precisa de limpeza?

Vogel: H?? modos de se desenvolver para tal. Veja s??, estou segurando o cristal na minha m??o. Quando voc?? faz a pergunta, sinto sua vibra????o no cristal.

Pego o conhecimento que vem atrav??s dos s??culos de tempo hist??rico, extraio fragmentos da literatura hist??rica, aplico no trabalho e acho o valor intr??nseco.

MB: Por que voc?? acredita que um cristal ressona mais em uma pessoa que em outra?

Vogel: Por que voc?? ?? atraido por um animal ou por outra pessoa? ?? um ajuste de vibra????es. Voc?? ressona, e isso significa que ambos est??o juntos e, quando voc?? acha o ponto de resson??ncia, acontece uma atra????o. Voc?? v?? uma mo??a bonita, voc?? v?? duas mo??as bonitas ou tr??s e de repente est?? preso a uma dessas mo??as. Voc?? sente algo incr??vel movendo-se de voc?? a essa pessoa. Ela se vira, olha voc?? e sorri. ?? isso que eu procuro ??? tentar achar o que ?? essa for??a. Eu quero descrev??-la.

MB: Voc?? acredita que vai fazer isso?

Vogel: Eu acredito. N??o come??aria se n??o acreditasse. N??o gastaria tanto dinheiro ou gastaria o resto da minha vida com isso. Quando inicio algo, eu sei que vou ter sucesso.

MB: Ent??o, at?? o fim da minha vida eu posso esperar que a palavra vibra????o que tem sido colocada de lado pela ci??ncia junto com os m??diuns possa ser cientificamente provada?

Vogel: E vai ver desse laborat??rio. Esse ?? o meu objetivo, descrever essa for??a de maneira real??stica, em que eu possa usar termos cient??ficos ao inv??s de afirma????es que n??o s??o medidas. Voc?? n??o pode medir beleza, pode?

MB: Mas voc?? mede algo.

Vogel: Correto. Eu me??o a for??a.

MB: Ou uma atra????o?

Vogel: Ou uma atra????o.

MB: Essa atra????o ?? o que a beleza ?? para n??s, como um s??mbolo?

Vogel: Certo. ?? um s??mbolo. Eu saio do s??mbolo e tento descrev??-lo. Isso ?? abordagem cient??fica. Al??m disso eu contemplo a beleza. Pego a palavra e afasto-a descrevendo o que a ess??ncia da beleza ??. ?? uma troca de for??a. Quando vejo beleza, sou atra??do por um objeto, eu fico junto daquele objeto em que penso e me sinto t??o lindo quanto ele. Quero saber o que ?? essa for??a, e como ficar junto dela. Isso ?? abordagem cient??fica.

MB: Se eu tentasse usar um cristal e tivesse problema em acreditar no meu pr??prio processo, voc?? tem alguma sugest??o?

Vogel: Claro. Aprenda a ser crian??a novamente. Aprenda a brincar. O que eu quero ensinar ?? a jogar novamente. O que quer dizer brincar? Sem tempo, sem limites.

MB: A ilus??o ?? separa????o?

Vogel: A ilus??o ?? separa????o. Tem de haver uma ordem sistem??tica e um padr??o para tudo. Tudo ?? um. Eu quero entender isso.

MB: Eu entendo que voc?? usa um equipamento que permite tirar fotos de pensamentos. Pode explicar isso?

Vogel: Isso ?? muito dif??cil para uma pessoa mediana compreender, mas deixe-me explicar assim: na virada do s??culo Alexander Graham Bell descobriu que quando pegava a luz e iluminava o objetivo ??? pegue uma folha e coloque-a na luz ??? a folha emitia som. Isso convertia luz em som.

Posso determinar imediatamente a sinceridade da sua pergunta, se voc?? quer me enganar ou n??o. ?? verdade. N??o vejo apenas a sua pergunta como o que est?? por tr??s dela ??? o que voc?? quer conseguir. Ent??o eu respondo.

Quando voc?? faz uma pergunta sincera, eu corro meu dedo sobre o cristal, o dedo gruda porque uma carga moveu-se de voc?? para o cristal que eu carreguei, ent??o meu dedo adere ao cristal. Se a pergunta ?? vazia, meu dedo escorrega para tr??s e para frente e n??o h?? ades??o.

MB: Fiz perguntas vazias?

Vogel: n??o, ainda n??o. Voc?? foi bom at?? agora. Se eu tivesse feito uma pergunta vazia eu n??o a responderia. Para responder ??s suas perguntas ?? a sua inten????o que vale. N??o o ritual. O cristal ?? um cristal vazio. N??o h?? nada no cristal, mas quando voc?? d?? ao cristal a forma correta ele pode te refletir. Ent??o, se eu quero limpar o cristal uso o princ??pio de desmagnetizar que significa que eu gero um campo com os meus dedos dessa forma (forma um meio c??rculo com dedos de uma m??o) e coloco a outra m??o na posi????o horizontal, inspiro pulsando a respira????o e o cristal est?? limpo.

MB: Ent??o qual ?? a diferen??a entre carregar e limpar o cristal?

Vogel: Para limpar eu crio uma falta de harmonia ??? desordem. Para carregar eu crio ordem. Agora o cristal est?? carregado. Meu dedo adere. ?? o modo simples de checar se o cristal est?? limpo ou n??o. ?? um instrumento de medi????o pr??tico e simples. Ensinei isso em todos os lugares onde dei palestras.

MB: Em alguns dos livros que li, eles dizem para emergir o cristal em ??gua salgada…

Vogel: Isso destr??i os cristais. J?? discuti com pessoas sobre isso e eles se recusam a ouvir. Est??o presos nos rituais.

MB: Penso que a maioria das pessoas est??. Isso ?? 99% do que foi escrito e ensinado.

Vogel: Isso n??o acontece com a religi??o tamb??m? Voc?? pratica seu ritual, mas o que ?? sua realidade? Vejo a missa como um meio de falar com o meu eu superior porque Deus est?? dentro de mim e de voc??. O que ?? Deus sen??o seu eu superior ou sua alma? Uma vez que voc?? consiga fazer funcionar esse canal de comunica????o, voc?? se eleva e est?? em casa. Veja, o cristal est?? grudando violentamente.

MB: O que gostaria de dizer para os nossos leitores?

Vogel: Seja honesto com voc?? mesmo. Veja quais s??o suas inten????es quando voc?? pega um cristal. Se voc?? os quer pela beleza intr??nseca, fa??a isso. Se voc?? quer um cristal como um instrumento para te servir e ajudar, pegue o cristal com essa inten????o. Ignore a apar??ncia ??bvia. Aprenda a ser crian??a quando lidar com cristais naturais. Divirta-se com eles, porque s??o cristais. E acima de tudo aprenda a senti-los, a toc??-los, e a sentir a resposta deles na forma de vibra????o e for??a que os cristais te devolvem. Fa??a dos cristais companheiros ou fonte de ensinamento. Leia livros escritos sobre forma????o de cristais. N??o d?? a eles essa no????o de glamour sen??o vai perd??-los nesse glamour. Meu livro ???The Crystal Knowledge Workbook???, ?? o que o t??tulo diz. ?? um livro de exerc??cios e na circular bimestral eu fa??o experimentos que todos podem fazer para ampliar seus conhecimentos sobre o assunto. Quero fazer isso mais pr??tico. H?? provavelmente cerca de 30 ou 40 livros escritos e todos repetem a mesma coisa, mas eu estou aprendendo atrav??s da minha pr??pria experi??ncia e ensinando baseado nas experi??ncias e n??o no que as outras pessoas disseram. ?? isto.

MB= Magical Blend