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RADIAÇÃO DE FORNOS
OU ONDAS DE MICROONDAS
As provas dos Perigos dos Microondas
Por que a União Soviética proibiu o uso
dos fornos microondas em 1976? Quem inventou os fornos a microondas e por
que?
As respostas para estas perguntas podem induzir-lhes a jogar no lixo o seu
forno.
Em geral, as pessoas acreditam que o forno
microondas não traz efeitos negativos nem nos alimentos nele cozidos nem às
pessoas que o utilizam. Apesar do que “oficialmente“ foi divulgado sobre os fornos microondas, pouco estudo científico foi realizado no mundo. Pela ilusória “vantagem” de tempo em um mundo cada vez mais rápido, nós deixamos de usar os nossos tradicionais fogões a gás para entrarmos definitivamente na era do microondas, onde os resultados são catastróficos. A finalidade deste relatório é mostrar provas e evidências de que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano que se pode imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos microondas, os políticos de Washington, e a simples natureza humana estão suprimindo os fatos e evidências. Por isso, as pessoas continuam a usar as microondas para cozinhar seus alimentos - em total ignorância - sem conhecer os efeitos e o perigo desta prática.
Como funcionam os fornos a microondas? As microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força eletromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia eletromagnética que viaja à velocidade da luz (186,282 milhas/seg).
ONDAS DE ESPECTRO ELETROMAGNÉTICAS
Na nossa atual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distâncias como sinais telefônicos, programas televisivos e informações computadorizadas em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas, a microonda mais familiar para nós é a fonte de energia utilizada para cozinhar alimentos. Cada forno a microondas possui um magnéton, um tubo em que os elétrons são afetados pelo campo eletro magnético de tal maneira para que produza uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2.450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz).
A microonda interage com as moléculas dos
alimentos. Cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva para
negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade
acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas dos alimentos -
especialmente as moléculas da água - possuem extremidades positivas e
negativas como um íman que possui os pólos Norte e Sul.
Radiação = propagação de energia com ondas
eletromagnéticas. Se os fabricantes tivessem, honestamente, dito a verdade e dado o nome a estes de “fornos de radiação“, seria duvidoso que tivessem alcançado alguma venda. Mas, é exatamente o que um forno a microondas o é, ou seja um forno de radiação!!
Os fabricantes, interessados somente em lucros e interesses misteriosos, talvez em parceria com grandes laboratórios farmacêuticos, dizem que alimentos cozidos em fornos microondas não são irradiados (tratados com radiação). Na verdade não existe distinção entre radiação e microondas, os dois processos são pensados para usar ondas de energia, diferindo apenas em intensidade. Nem o FDA, nem estudos oficiais realizados pelos órgãos governamentais provaram que o uso freqüente dos fornos a microondas é nocivo, mas, todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser - e são muitas vezes propositalmente - limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde provadamente considerados distorcidos ou omitidos.
Como consumidores, nós temos que ter bom
senso para usar e julgar. Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usado e com um design aprovado, a decisão encontra-se em cada consumidor à respeito de escolher ou não comer alimentos aquecidos por um forno a microondas ou mesmo de comprá-lo na primeira loja que o encontre. Curioso é que apesar de toda esta segurança proposta, é terminantemente proibido a pessoas que usam marcapasso ficarem expostas até 5 metros próximas de um forno microondas em funcionamento. Os instintos maternos são corretos Muitos de nós viemos de uma geração onde as mães e avós não confiam no moderno sistema de cozimento “às avessas“, isto é, de dentro para fora - que elas afirmam “não ser apropriado“ para os alimentos. Algumas mães recusam-se intuitivamente a assar coisas num microondas. Também não apreciam o gosto de alimentos em geral. O bom senso e instintos maternos lhe disseram que não havia nenhuma forma de cozimento em microondas que poderia ser natural enquanto o gosto de alimentos são alterados. Muitas pessoas também sentem, da mesma forma, a modificação de sabor e densidade dos alimentos, mas, são considerados como “velhos fascinados pela modernidade“, onde uma pequena minoria datada antes da década de 70, quando os aparelhos de microondas dominaram o mercado, preferiram ignorar o lado técnico de cozimento através do microondas. Como a venda deste aparelho se tornou cada vez mais banal, as pessoas acabaram aceitando-o sem maiores questionamentos, preferindo suprimir a velha companheira “intuição”. Um ponto a mais para a percepção materna, pois, mesmo ela não sabendo as razões técnico-científicas, ou as razões para a saúde, ela sabia que não seria bom cozinhar alimentos neles. Elas não gostavam do modo como as microondas mudavam suas texturas.
As microondas são perigosas para o leite dos bebês Grande número de advertências foi feito publicamente, mas, mal divulgados ou abafados. Por exemplo, as famílias jovens, o serviço de extensão da Universidade do Minessota, publicaram o seguinte estudo em 1989: “Embora as microondas esquentem rapidamente os alimentos, elas não são recomendadas para esquentar o leite servido nas mamadeiras dos bebês. A mamadeira pode parecer fria ao toque da mão, mas o liquido em seu interior pode ser extremamente quente e queimar a boca e também a garganta do bebê. Além disso, o acúmulo de vapor num recipiente fechado, como a mamadeira do bebê, poderia causar sua explosão. O aquecimento da mamadeira num microondas pode provocar leves mudanças no leite. Nas papinhas infantis ou em qualquer outro alimento, pode haver uma perda de algumas vitaminas ou inversão de sua estrutura química e molecular, transformando algumas enzimas. O leite materno, quando recolhido e armazenado para ser usado posteriormente, algumas propriedades protetoras podem ser destruídas ou igualmente invertidas quando aquecidas ou preparadas no microondas, como vimos acima, esta inversão molecular de vitaminas, proteínas ou enzimas, bem como, em toda sua estrutura se dá pelo isomerismo estrutural.
A Dra. Lita Lee do Hawai relatou em
9-dezembro-1989 na revista Lancet: “Alguns alimentos para bebês, aquecidos em fornos microondas, converteram alguns trans-aminoácidos em cis-isomeros sintéticos e estes cis-isomeros sintéticos. Os cis-aminoácidos ou trans-acidos graxos podem não ser biologicamente ou não serem biologicamente ativos. Ainda, um dos aminoacidos, a l-prolina, foi convertida em d-isomero, que sabemos que é neurotóxico (altamente venenoso para o sistema nervoso) e nefrotóxico (venenoso para os rins). Indiscutível dizer o resultado que tais tóxicos podem provocar não só em bebês a serem alimentados com alimentos aquecidos ou preparados em microondas, mas, para qualquer um que se utilize o Aparelho, pois, dependendo da formulação alimentar e de suas cadeias atômicas, minerais e biológicas os alimentos originais podem se transformar em substâncias completamente diferentes das pré-aquecidas pelo Aparelho, tornando-se uma verdadeira bomba dentro da célula humana. “O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente”. Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu uma paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno microondas. Houve grande repercussão com esta tragédia. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas, não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno microondas alterou completamente a estrutura sanguínea, muito provavelmente eliminando glóbulos brancos, hemáceas, endobiontes, bactérias, enfim, destruindo esta estrutura que não pode ser assimilada pelo organismo da paciente. É obvio que esta forma de “radiação de calor“ microondico traz algum efeito nas substâncias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos microondas para fazer seus alimentos, estão também engolindo estas “moléculas transformadas“. Por nosso corpo ser eletroquímico de natureza, qualquer força que quebre ou altere o equilíbrio eletroquímico pode afetar a fisiologia do corpo celular eletrônico. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman - “Cuidado, a eletricidade em torno a você pode ser perigosa para a sua saúde“. Fatos e evidências científicas Num estudo comparativo entre alimentos preparados em fornos convencionais com os preparados em fornos a microondas, publicado por Raum e Zeitem 1992, em 3(2): 43, declara: “Uma hipótese básica da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais ele não está acostumado, traz maior probabilidade de causar o mal que o bem, logo, quando temos moléculas alteradas por campos de energia eletro eletrônicas estas podem modificar o comportamento de assimilação das mesmas”. Uma demonstração clara neste sentido são os alimentos contaminados por radiação nuclear, os seus efeitos são transferidos para as células e estas se contaminam. Alimentos expostos à radiação microondica contém muitas moléculas de energias que não estão presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais, como sempre foi feito desde a descoberta do fogo. A energia microondica do sol e outros astros são baseados na corrente contínua. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moléculas dos alimentos em que elas batem. A produção de moléculas anormais é inevitável, a nível de uma simples compreensão comparativa; no forno tradicional é como se você colocasse milhões de moléculas para serem aquecidas lentamente, gradualmente, com giro sincronizado das moléculas, onde elas seriam agitadas lentamente, estabelecendo uma ordem de aquecimento, já no microondas, todo este processo é inexistente, as moléculas são simultaneamente agitadas à velocidade da luz. Naturalmente podemos observar os aminoácidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como, a transformação na forma tóxica sob o impacto das microondas produzidas nos fornos. Um estudo de curta duração encontrou significantes e distorcidas mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas. Oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos, porém, cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em fornos a microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nível de linfócitos também diminuiu. |
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Uma bactéria luminescente (que emite luz) foi empregada para detectar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescência desta bactéria quando foi exposta ao soro sanguíneo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos microondas“. Os estudos clínicos suíços O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é aposentado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suíças do business de alimentação de escala global. Há poucos anos, ele foi demitido do seu trabalho porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos. Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suíça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava em forno microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice). |
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Em
intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes
variedades de alimento com o estômago vazio: Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica existentes nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue das pessoas que haviam ingerido aquele alimento. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão de que tal técnica de energias derivadas pode, de fato, passar para o homem por indução, através da ingestão de alimentos feitos com microondas. Segundo o que diz o Dr. Hertel “As alterações diárias de leucocitose não podem ser consideradas normais e são levadas muito a sério pelos hematologistas”.
Os leucócitos são freqüentemente sinais de
efeitos patogênicos em nosso organismo, tais como envenenamento e danos
celulares. O aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas
eram mais evidente que com todas as outras variedades alimentares. E parece
que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substancias
afetadas com microondas. Existe na literatura científica, extensivo estudo concernente aos perigosos efeitos da direta radiação microondica incidindo sobre os organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para substituir esta técnica prejudicial das microondas com uma tecnologia mais de acordo com a natureza. Tecnicamente, a produção de microondas é baseada no principio da corrente alternada.
Átomos, moléculas e células golpeados por
esta dura radiação eletromagnética são forçados a uma reversão de polaridade
1-100 bilhões de vezes ao segundo. Não existe átomos, moléculas ou células
de qualquer sistema orgânico capaz de resistir a uma tão violenta e
destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa
intensidade de energia de milliwatts.
Logo, estas moléculas são divididas e
deformadas pelo uso da força, chamada de isomerismo estrutural (conforme
descrito acima), e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário
para o aquecimento convencional dos alimentos, onde o calor é transferido
convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa de
dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada
em calor friccional.
Compostos radioliticos são criados pela
decomposição molecular ou decadência, como um resultado direto da radiação. A evidência clinico-cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram até hoje, qualquer teste referente aos efeitos em nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos com o uso das microondas. Não é “estranho“? Por trata-se de um país eminentemente estatístico! Eles estão mais empenhados em estudos técnicos como, por exemplo, o que acontece se a porta de um forno a microondas não fecha perfeitamente. Uma vez mais, o bom senso nos diz que suas atenções deveriam ser voltadas para o que acontece dentro dos alimentos cozidos em microondas, uma vez que as pessoas ingerem alimentos alterados, os pesquisadores naturalmente deveriam estar mais interessados em como estas moléculas alteradas, decadentes e destruídas poderiam afetar a nossa própria estrutura biológica celular humana!! A ação das indústrias Tão logo quanto os Drs. Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram ferozmente. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suíça dos Distribuidores de Eletrodomésticos para Residências e Indústrias, também conhecido como FEA, atacaram os referidos estudos rapidamente em 1992.
Eles forçaram o presidente da corte de
Seftigen, região de Berna, a emitir uma ordem “de amordaçar“ e calaram os
Drs. Hertel e Blanc. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por
“interferir com o comércio“ e proibido de publicar suas pesquisas.
Entretanto, o Dr. Hertel manteve sua opinião e combateu esta decisão por
muitos anos. Quem inventou os fornos a microondas? Os nazistas, para usar nas suas operações de apoio móvel, originariamente desenvolveram fornos “radioemissores“ para cozimento a microondas, usados para a invasão da Rússia. Por
ser capaz de utilizar um equipamento eletrônico para a preparação de refeições em larga
escala, o problema logístico de combustível para cozinhar teria sido
eliminado, assim como a conveniência de preparar produtos comestíveis em
pouquíssimo tempo. Os
russos também
tinham recuperado alguns fornos a microondas e então havia uma pesquisa
completa sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido
na União Soviética. Os soviéticos emitiram um alerta internacional sobre os
riscos para a saúde, tanto biológico como ambiental dos fornos microondas e
similares freqüências de outros engenhos eletrônicos. Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas
No livro da Dra. Lita Lee “Efeitos das
Radiações de Microondas na Saúde - Os Fornos a Microondas” e nas edições de
março e setembro/1991 da revista “Earthletter“, ela declara que todo forno
microondas transmite radiação eletromagnética, que é nocivo para os
alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos
organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares
resumidas neste artigo revela que os fornos microondas são muito mais
perigosos do que era previamente imaginado. Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o propósito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:
Pesquisadores Russos
também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a
uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os
alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:
A degradação das núcleo-proteínas nas carnes.
A descoberta da doença das microondas Os russos pesquisaram em milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento do radar em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os russos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.
Os seguintes são amostra destas mudanças:
Conclusões sobre a pesquisa das microondas
A seguir estão as
mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de ação
referente aos efeitos biológicos das microondas:
As operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:
Categoria I EFEITOS QUE CAUSAM O CANCER
(Os primeiros dois
pontos da categoria I estão misteriosamente ilegíveis nas cópias dos nossos
relatórios. O restante do relatório é integro.)
11 - Estatisticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de câncer no estomago e nos intestinos, bem como, uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestivo e excretor.
Categoria II DIMINUIÇÃO DO VALOR NUTRITIVO DOS ALIMENTOS
A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:
Categoria III EFEITOS BIOLÓGICOS DA EXPOSIÇÃO
A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Este conhecimento só foi possível e disponibilizado quando os Russos realizaram experimentos com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não deve ingerir as substancias preparadas com microondas. A regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.
4 - Uma degeneração e
a desestabilização do potencial da membrana celular, enquanto o processo de
transferência catabólica (colapso metabólico) no soro do sangue do processo
digestivo.
Conclusões das pesquisas legais
Das vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos, sabe claramente suas conseqüências, devido principalmente ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III: 9), que pode por fim afetar irreversivelmente o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neurotransmissores (centro do nervo). A longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroelétricos, talvez o mal de Parkison possa ser um claro resultado da interferência microondica.
Prepared By: William P. Kopp A.R.E.C. Research Operations
T061-7R10/10-77F05
5 - os minerais,
vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos,
alterados ou destruídos em sua forma original, de modo que no corpo humano
fica pouco ou nenhum benefício, o corpo humano absorve componentes alterados
que não pode decompor.
O
uso de transmissões artificiais de microondas para um controle psicológico
subliminar, também conhecido como “lavagem cerebral”, foi também provada.
Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Russas de 1970 e
os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus
experimentos clínicos nesta área.
PENSE:
A quem pode interessar a disseminação do aparelho Forno Microondas?? - Se você respondeu que são as grandes empresas americanas e européias produtoras de eletrodomésticos, enganou-se, observe abaixo a lógica:
Logo, existem mãos misteriosas que controlam tudo, tudo gira em torno do dinheiro, nós somos cobaias vivas e quanto mais ignorantes permanecermos melhor para o Grande Império!
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